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O pastor Silas Malafaia criticou, nesta quinta-feira (7), declarações feitas pela pastora Helena Raquel durante um congresso evangélico em Camboriú. Em vídeo publicado nas redes sociais, Malafaia reagiu às falas da religiosa sobre violência doméstica e abuso sexual dentro de igrejas evangélicas. Segundo ele, houve tentativa de “denegrir” a imagem dos pastores e das instituições religiosas.
“Vem com essa conversa de que na Igreja Evangélica as mulheres sofrem violência mais do que lá fora. Falácia, safadeza para nos denegrir diante da opinião pública”, afirmou o pastor.
A declaração foi motivada por uma pregação feita por Helena durante o Congresso Internacional de Missões dos Gideões, realizado no último domingo (3). Na ocasião, ela afirmou que vítimas de violência em ambientes religiosos muitas vezes são orientadas a não denunciar os agressores.
“A maior parte das pessoas que são vítimas, em igrejas evangélicas, de violência doméstica ou de violência sexual, elas são orientadas a não denunciar o culpado”, declarou a pastora durante o evento.
O líder religioso disse concordar que crimes devem ser denunciados, mas criticou o que chamou de generalização sobre a atuação das igrejas evangélicas. “Não estou criticando a mensagem da pastora. Concordo, tem que denunciar o pecado. Agora, tentar generalizar, como se a igreja evangélica cobrisse homens espancadores de mulher, aí não”, declarou.
O pastor também questionou pesquisas citadas sobre violência doméstica entre mulheres evangélicas e acusou a primeira-dama Rosângela da Silva de apoiar a pauta com motivação política.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Nikolas Ferreira
"Eu tenho empresa, sim, a maior escola de inglês para cristãos no Brasil. Dei palestra sobre comunicação, tenho plataforma sobre política e espiritualidade, três livros lançados. Minha rede social me dá condição de ter essas boas iniciativas".
Disse o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao reagir aos questionamentos, sobretudo de políticos e apoiadores da esquerda, por declarar à Justiça Eleitoral bens no total de R$ 3,8 milhões. Os dados apontam que o patrimônio do político mineiro saltou 8.850% ao longo de seu primeiro mandato no Congresso Nacional — em 2022, ele relatou ter R$ 36 mil.