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hebert e esquiva
Na conversa do podcast BN na Bola desta terça-feira (27), o boxeador Hebert Conceição falou sobre sua relação com Esquiva Falcão. No bate-papo com Ulisses Gama, Emídio Pinto e Thiago Tolentino, o atleta ainda citou os motivos das desavenças com o rival.
“A rivalidade com Esquiva começou da minha parte. Se o cara é medalhista olímpico no tempo que você tá começando, ele vira referência. Tudo que ele faz você acaba acompanhando. Ele era um cara influente. Com o passar do tempo percebi que as atitudes não condizem com o que a figura dele poderia ser. O que ele poderia representar sendo quem ele era. Sempre fui um cara muito correto e de opinião própria. Infelizmente, o lado negativo dele se sobressaia. Na pandemia, em 202o, no auge disso, o cara colocou no instagram que o carro dele quebrou, que ele tava precisando de 15 mil para consertar o carro”, explicou o pugilista.
Além disso, Hebert relatou os casos que o fizeram mudar de opinião sobre Esquiva e parar de admirá-lo.
“Ele pode ser um cara famoso, ter vários seguidores nas redes sociais, mas, dentro do boxe, no meio do alto rendimento, ele é queimado. 80% das pessoas não o admiram. Tanto é que, pegando pela minha luta, a seleção de boxe estava lá e todo mundo gritando por mim. Isso é pra ver a figura, não to dizendo se é certo ou errado, mas eu não concordava. Começou a fazer um desfavor para a minha modalidade. Poderia mostrar o quanto ele suou para conquistar a medalha, mas decidiu se fazer de pobre coitado, de se vitimizar”, contextualizou Hebert.
Por fim, o atleta ainda falou sobre a preocupação que é necessária quando se dá o feedback sobre um colega de trabalho, e o porquê de não ter concordado com a atitude de Falcão.
“Uma pessoa do meio tem que ter essa preocupação. Eu sou atleta, eu sei como tá a cabeça do cara. O brasileiro olha para um cara companheiro de profissão ver lá no Youtube alguém dizendo que ele é muito ruim. Qual o respeito e consideração que você tem pelo seu colega de profissão? Ele é um cara que só cagada e eu comecei a pegar ranço. Que ele consiga conquistar os objetivos da carreira dele, mas ele na dele eu na minha”, finalizou.
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Geraldo Alckmin
"Quem defende ditadura não deveria ser candidato".
Disse o vice-presidente Geraldo Alckmin, durante sua despedida do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ao indicar ter ficado “honrado” com o convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para compor novamente a chapa nas eleições de 2026, e também fazer duras críticas ao principal adversário do atual governo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).