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Cinco ídolos do esporte olímpico brasileiro entraram no Hall da Fama do Comitê Olímpico do Brasil (COB) na noite da última quarta-feira (8). A cerimônia, realizada no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, reuniu atletas, dirigentes e convidados para homenagear nomes que marcaram gerações.
Foram eternizados Alex Welter e Lars Björkström, da vela, Ricardo Santos e Emanuel Rego, do vôlei de praia, além de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro.
O evento destacou o legado deixado pelos atletas ao longo dos anos. A celebração foi conduzida pelo jornalista Marcelo Barreto e contou com momentos de emoção, homenagens e resgate histórico.
Presidente do COB, Marco La Porta ressaltou o papel do Hall da Fama na preservação da memória esportiva.
"Nossos heróis olímpicos receberam hoje, no icônico Copacabana Palace, o justo reconhecimento por nos ajudarem a construir a história do esporte brasileiro, passarão a integrar o nosso Hall da Fama. Nossa Nação Esportiva não se constrói apenas com resultados presentes. Ela se molda também com memória, com respeito ao passado e com a valorização daqueles que abriram caminhos e que sempre vão inspirar gerações. Preservar essas histórias é preservar a essência do movimento olímpico brasileiro e fortalecer o caminho que queremos seguir. O Hall da Fama cumpre exatamente essa missão", disse.
A noite começou com a homenagem a Oscar Schmidt. Ícone do basquete mundial, o ex-jogador teve a carreira exaltada como símbolo de excelência e dedicação ao esporte. Ausente na cerimônia, foi representado pelo filho, Felipe Schmidt.
"Infelizmente meu pai não pôde estar aqui conosco, mas ele está muito feliz e honrado em receber essa homenagem. Todos aqui viram a dedicação que ele teve dentro do esporte, do basquete, principalmente na seleção brasileira. Ele ter falado ‘não’ para a NBA, para defender a seleção brasileira, foi uma das suas maiores felicidades, principalmente no Pan-americano de 87 e nos Jogos Olímpicos. Obrigado, COB e todos!", afirmou.
Outro destaque foi a dupla Alex Welter e Lars Björkström, responsável por um marco histórico na vela brasileira. Campeões olímpicos em Moscou 1980, eles encerraram um jejum de 24 anos sem ouro do Brasil nos Jogos.
"Ser convidado para integrar o Hall da Fama do COB foi uma honra enorme. Um reconhecimento que veio no tempo certo e que representa não apenas uma conquista individual, mas a história e o crescimento da vela e do esporte olímpico brasileiro", disse Alex Welter.
"Nossa parceria se construiu naturalmente, com muito entrosamento dentro e fora do barco. Quando cheguei ao Brasil, comecei a frequentar clubes náuticos e foi nesse ambiente que conheci o Alex. Eu havia conseguido trazer um barco da classe Tornado da Europa, algo bastante complexo na época, devido às restrições de importação. Esse encontro foi decisivo para a formação da nossa dupla", relembrou Lars Björkström.
Encerrando as homenagens, Ricardo Santos e Emanuel Rego tiveram suas trajetórias reconhecidas como uma das parcerias mais vitoriosas do vôlei de praia.
"Obrigado, Radamés Lattari, presidente da CBV, agradeço à toda a comissão técnica que fez parte disso, o Dentinho, que foi meu grande apoiador. À toda minha família, minha esposa, meu filho, que está aqui presente, meus outros dois filhos que não puderam vir. Mas eu queria deixar uma mensagem especial à uma pessoa que infelizmente não está mais aqui, o Paulo, que foi o responsável por minha vida esportiva, por me ingressar no vôlei. Infelizmente, o perdemos no ano passado. Certamente, sem ele eu não estaria podendo viver esse momento tão especial. Obrigado pela presença de todos!", disse Ricardo.
"Agradeço ao Comitê Olímpico do Brasil, não pela homenagem, mas sim por trazer esse espírito de ter mais atletas querendo estar em lugares especiais e dar oportunidade para eles. Deixo aqui meu agradecimento e reconhecimento para nossa equipe técnica, o Cajá e o Rossini, dois gigantes que nos levaram até longe", afirmou Emanuel.
HALL DA FAMA DO COB
Criado em 2018, o Hall da Fama do COB tem como objetivo preservar e valorizar a trajetória de atletas que marcaram a história olímpica do país. Com os novos integrantes, o espaço passa a contar com 44 personalidades do esporte brasileiro.
O técnico do Portland Trail Blazers e membro do Hall da Fama da NBA, Chauncey Billups, foi preso nesta quinta-feira (23) no estado do Oregon, acusado de envolvimento em uma operação de poker ilegal e de suposta ligação com a Máfia. A informação foi divulgada pela imprensa norte-americana e confirmada por Shams Charania, jornalista da ESPN especializado em NBA.
Billups, que foi introduzido ao Hall da Fama em 2024 após uma carreira de 17 temporadas como jogador, deve se apresentar à Justiça ainda nesta quinta. Dois dias antes da prisão, ele comandava normalmente os Trail Blazers na derrota para o Minnesota Timberwolves por 118 a 114. Até o momento, o clube de Portland não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Chauncey Billups teve uma carreira marcante de 17 temporadas na NBA, sendo reconhecido por sua liderança e desempenho decisivo em momentos cruciais, o que lhe rendeu o apelido de “Mr. Big Shot”. Draftado em 1997 pelo Boston Celtics, consolidou-se no Detroit Pistons, onde conquistou o título da NBA em 2004 e foi eleito o MVP das Finais. Passou ainda por times como Denver Nuggets, New York Knicks e Los Angeles Clippers, acumulando cinco participações no All-Star Game e prêmios de destaque pela eficiência e postura exemplar dentro e fora de quadra, o que o levou a ser introduzido no Hall da Fama em 2024.
JOGADOR PRESO
Além da prisão de Billups, o jogador Terry Rozier, do Miami Heat, também foi detido durante a madrugada em um hotel em Orlando, na Flórida. Segundo a ESPN, ele é investigado por suposta participação em um esquema de apostas esportivas ilegais.
O caso é conduzido pelo FBI, que promete uma coletiva de imprensa ainda hoje, com o diretor Kash Patel devendo anunciar novas prisões relacionadas à investigação. As apurações começaram em março de 2023, quando Rozier ainda atuava pelo Charlotte Hornets. À época, casas de apostas em vários estados dos EUA identificaram movimentações suspeitas envolvendo estatísticas do jogador antes de uma partida contra o New Orleans Pelicans.
A defesa de Rozier afirmou à ESPN que o atleta colaborou com as autoridades da NBA e do FBI ao longo de 2023 e que as investigações internas da liga não encontraram qualquer violação das regras. A NBA também confirmou que havia encerrado o caso anteriormente, sem evidências de irregularidades.
Italo Ferreira, de 29 anos, será o primeiro brasileiro a entrar no Hall da Fama do Surfe. A homenagem acontecerá no dia 4 de agosto em Huntington Beach, na Califórnia, nos Estados Unidos.
"Essa homenagem me deixa muito motivado. Sou filho de um pescador de uma cidade pequena do litoral do Brasil e ter a oportunidade de ser lembrado ao lado de grandes ícones mundiais do meu esporte é realmente algo inesquecível, uma verdadeira honra", comentou o potiguar.
De acordo com os organizadores, Italo foi incluído no Hall da Fama devido ao "seu notável impacto no esporte, sua contribuição para a cultura do surfe e suas conquistas memoráveis". O brasileiro foi o primeiro campeão olímpico da história da modalidade nos Jogos de Tóquio-2020. Antes disso, em 2019, ele conquistou o título do circuito mundial da WSL.
Além de Italo, o Hall da Fama do Surfe também incluirá a jornalista americana Laylan Connelly e o argentino Fernando Aguerre, presidente da International Surfing Association (ISA).
No último domingo (28), Italo Ferreira foi vice-campeão da etapa Surf Ranch Pro, piscina de ondas artificiais de Kelly Slater, que faz parte do Circuito Mundial. Ele perdeu a final para o americano Griffin Colapinto que ficou com o título da disputa na Califórnia. A próxima parada será em El Salvador, cujo torneio acontece entre os dias 9 e 18 de junho. O potiguar aparece na 11ª posição do ranking da WSL com 19,090 pontos.
Os indicados para entrar no Hall da Fama do Rock and Roll em 2018 foram divulgados na manhã desta quinta-feira (5). A lista é encabeçada por Radiohead, Bon Jovi, The Zombies e outros 16 nomes. Os mais votados serão anunciados em dezembro. Já a entrada no Hall da Fama acontece em 14 de abril do ano que vem, em cerimônia no Public Hall, em Cleveland, no estado de Ohio, nos Estados Unidos.
Até o dia 5 de dezembro, o público poderá votar em cinco atrações no site oficial da honraria (clique aqui). Os mais votados irão compor um grupo final, ao lado dos escolhidos por um júri formado por cerca de 800 pessoas. Para concorrer a uma estrela, o artista ou banda precisa ter lançado seu primeiro single ou o primeiro álbum há pelo menos 25 anos. A lista de indicados desta edição é completa por The Cars, Depeche Mode, Dire Straits, Eurythmics, J. Geils Band, Judas Priest, Kate Bush, LL Cool J, Link Wray, MC5, The Meters, The Moody Blues, Nina Simone, Rage Against The Machine, Rufus featuring Chaka Khan e Sister Rosetta Tharpe.
Para competir, os compositores precisam ter escrito hits por, no mínimo, 20 anos. Até o dia 16 de dezembro, os membros do Hall da Fama vão eleger três compositores e outros dois, que, além de compor, interpretam. Os cinco novos nomes serão adicionados ao Hall da Fama em uma cerimônia de gala, em Nova York, no dia 15 de julho de 2017. Na última segunda (17), também foi divulgada a lista de artistas indicados ao prêmio do rock and roll, que conta com os nomes de Tupac Shakur e Pearl Jam (veja mais aqui).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.