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gustavo gayer
Em sessão nesta terça-feira (28), a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu tornar réus, em processos diferentes, o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e o pastor Silas Malafaia. Os ministros da Primeira Turma acataram denúncias feitas pela Procuradoria-Geral da República.
No caso do deputado Gustavo Gayer, ele se tornou réu por injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com a denúncia da PGR, o deputado fez uma postagem em suas redes sociais, com uso de inteligência artificial, que associava Lula a ideologias antissemitas.
“A postagem é uma montagem de uma pessoa vestindo uniforme militar, com um fuzil do tipo AK-47 na mão direita. O rosto do Presidente da República LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA foi colocado sobre o rosto original. No rosto do Presidente foi desenhada uma cruz suástica utilizada pela Alemanha nazista”, diz o inquérito da PF, reproduzido pela PGR.
A denúncia da PGR foi apresentada em fevereiro de 2025, mas o sigilo do caso foi retirado apenas nesta terça, quando os ministros da Primeira Turma analisaram o caso e decidiram por seguir com a acusação contra Gayer. O deputado é candidato ao Senado pelo estado de Goiás.
Já em relação ao pastor Silas Malafaia, a Primeira Turma decidiu acatar a denúncia por ofensas que ele fez ao comandante do Exército, general Tomás Paiva. Com isso, Malafaia vai se tornar réu e passará a responder a um processo penal.
As declarações de Malafaia contra o general foram feitas em um discurso durante manifestação em São Paulo, em abril do ano passado. Na ocasião, o pastor chamou a cúpula do Exército de bando de “frouxos”, “covardes” e “omissos”.
Por maioria, os ministros receberam a denúncia pelo crime de injúria. Segundo a PGR, o pastor Silas Malafaia teve o propósito de constranger e ofender publicamente os oficiais-generais do Exército, entre eles o comandante do Tomás Miguel Paiva.
“Os elementos de que os autos estão referidos não deixam dúvidas sobre a materialidade e a autoria delitivas, uma vez que as falas do denunciado foram públicas e compartilhadas em suas redes sociais”, afirma a PGR.
O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, resolveu pedir a cassação de Gustavo Gayer, ao conselho de Ética da Câmara, além de declarar que vai processar ele, por conta de postagem feita no X, antigo twitter, imaginando um "trisal" entre o presidente, e os deputados do PT, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias.
Em sua página, Gayer postou: "Me veio a imagem da @Gleisi @lindberghfarias e o @davialcolumbre fazendo um trisal. Que pesadelo".
A fala de Gustavo ocorreu após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nomear Gleisi Hoffmann, uma "mulher bonita", para articulação política do governo.
O deputado também fez declaração sobre Lula estar oferecendo a ministra como “cafetão oferece sua funcionária em negociação entre gangues”, iniciou ele.
É impressão minha ou LULA ofereceu a Gleisi Hoffmann como um cafetão oferece sua funcionária em uma negociação entre gangues pic.twitter.com/sMQ6wf9goz
— Gustavo Gayer (@GayerGus) March 12, 2025
“Vai mesmo aceitar o seu chefe oferecer sua esposa para o Hugo Motta e Alcolumbre como um cafetão oferece uma GP [garota de programa]? Sua esposa sendo humilhada pelo seu chefe e você vai ficar calado?", continuou ele.
E aí @lindberghfarias
— Gustavo Gayer (@GayerGus) March 12, 2025
Vai mesmo aceitar o seu chefe oferecer sua esposa para o Hugo Motta e Alcolumbre como um cafetão oferece uma GP??
Sua esposa sendo humilhada pelo seu chefe e vc vai ficar calado??
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) declarou que o governo federal alimenta os estados do Nordeste com "migalhas". O parlamentar citou a destinação do Bolsa Família para a região como exemplo. A declaração do político aconteceu em 24 de maio, mas viralizou nas redes sociais neste domingo (9).
Gayer contou uma parábola sobre o Josef Stalin, ex-primeiro-ministro da União Soviética, ter depenado uma galinha, mas ter ganhado a confiança da ave após dar migalhas para ela. Segundo o político, esse seria o movimento que a esquerda faz com o Brasil.
“Estão dando migalhas para uma população cada vez mais depenada”, disse o deputado ao se referir ao Nordeste.
Gustavo Gayer participou de um evento que discute os impactos do Projeto de Lei Complementar (PLP) 235/2019, que institui o Sistema Nacional de Educação (SNE). O deputado se manifestou contra a proposta. O evento foi transmitido pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
Gayer é pré-candidato à prefeitura de Goiânia, capital de Goiás, e na Câmara dos Deputados tem feito grande oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em especial na área de costumes.
As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
Os deputados Capitão Alden e Diego Castro, ambos do PL, confirmaram a presença do parlamentar bolsonarista Nikolas Ferreira no seminário que discutirá o Sistema Nacional de Educação e o Projeto de Lei nº 235/2019.
O evento, idealizado por Diego Castro, ocorrerá no dia 24 de maio, às 13 horas, no auditório Jorge Calmon da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (AL-BA). Além de Alden, Diego Castro e Nikolas, o deputado Gustavo Gayer também confirmou presença.
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) foi o segundo a discursar durante o ato em defesa ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em seu discurso, ele agradeceu a todos os políticos que foram até a manifestação.
"Antes de começar a minha fala eu quero deixar registrado algo que torna esse momento único na história do nosso país nós temos aqui agora mais de 100 deputados federais e todos os estados do Brasil, eu peço a todos. Uma salva de palmas para todos os deputados que vieram para cá hoje", declarou.
E continua afirmando que eles escolheram um lado da história. "Não é fácil escolher o lado certo da história. Bolsonaro sempre fala que é muito mais fácil ficar do outro lado é mais fácil aceitar o lado de lá, porque o lado certo corre risco de hoje em dia".
"Porque nesse momento eles estão com medo, eles estão à portas fechadas conversando entre eles se o Brasil realmente vai ser resgatado, se eles vão dar conta de parar essa força está crescendo no coração do povo brasileiro. E nós sabemos que foi Bolsonaro quem acendeu essa força", finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.