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guivaldo veiga
Morreu, aos 94 anos, Guiovaldo Veiga, ex-presidente e figura histórica do Leônico. A notícia do seu falecimento foi divulgada por familiares nesta segunda-feira (9) e confirmada pela reportagem do Bahia Notícias.
Filho de Osvaldo Veiga, fundador do "Moleque Travesso", Guiovaldo foi ex-jogador e seguiu os passos do pai na gestão esportiva. Atuou profissionalmente em apenas duas oportunidades, mas manteve uma vida dedicada ao clube desde os tempos de futebol amador. Antes de assumir a presidência, foi diretor na campanha do título do Baianão de 1966 — ele era, inclusive, o único dirigente vivo daquela conquista histórica.
Guiovaldo nutria o sonho de imortalizar a história do Leônico em um memorial. Em entrevista ao Bahia Notícias em 2021, ele revelou que chegou a manter um pequeno museu particular próximo à sua residência, em Salvador. Contudo, após o fechamento do local, passou a guardar cerca de 100 troféus em sua própria casa.
O dirigente chegou a articular um espaço para o clube na Arena Fonte Nova junto às empreiteiras responsáveis pela obra, antes mesmo do Bahia instalar seu museu no local.
"Tentei na Fonte Nova porque há muita área. A OAS concordou, mas a Odebrecht achou que era cedo e depois veio a Lava Jato. Minha ideia era criar um espaço não só para o Leônico, mas para que cada clube tivesse seu pedaço. Seria uma atração como o Museu do Futebol no Pacaembu", explicou na época. Guiovaldo também lamentava a falta de uma biblioteca esportiva na capital baiana: "Não temos uma biblioteca esportiva aqui em Salvador. Eu ainda estou vivo para colaborar, mas não tenho área. A Federação nunca se interessou", criticou.
A cerimônia de despedida será realizada no Cemitério Jardim da Saudade nesta terça-feira (10). O velório ocorrerá na Capela C, com início às 7h e encerramento às 10h, reunindo amigos e familiares para o último adeus.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.