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guilherme pupe
O presidente do Colégio Permanente de Juristas da Justiça Eleitoral (COPEJE), Guilherme Pupe, celebrou a presença de juristas ilustres no 13° Encontro Nacional do Copeje, que ocorre em Salvador nesta quinta-feira (30). Segundo o presidente do Colégio, que também atua como desembargador do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), o evento
“É um encontro que nós fazemos para reunir todos os desembargadores, desembargadoras, atuais e egressos dos Tribunais Regionais Eleitorais dos Estados e do Tribunal Superior Eleitoral. Esse ano a gente está tendo prazer, pela primeira vez, de fazer esse nosso encontro aqui em Salvador, na Bahia e a expectativa é de muita troca, muito conhecimento, muitas conversas com palestrantes de renome, de referência nacional”, contextualiza o presidente do Colegiado.
Pupe destacou ainda que o evento também funciona como uma preparação dos juristas para as eleições deste ano. “Não deixa de ter um caráter preparatório porque muitos dos desafios enfrentados pelos magistrados da Justiça Eleitoral são desafios comuns, então um ambiente como esse de congregação, de troca de experiências certamente serve para que a gente se qualifique reciprocamente, às vezes tenha contato com outras experiências bem sucedidas de outros tribunais, certamente isso tende a ter um impacto positivo para esses desafios que se aviziam no ano de [20]26”, destaca.
Sobre a curadoria temática do evento, o presidente destaca que “buscou privilegiar os temas mais candentes, os temas mais acesos atualmente na justiça eleitoral”. Ele cita questões de tecnologias relacionadas à inteligência artificial, desinformação, a discussão do Código Eleitoral no Congresso Nacional e questões relativas à fraude de cotas de gênero nas eleições. “São esses os problemas que tocam e permeiam o dia a dia dos tribunais e que a gente buscou focar justamente para fazer um eixo condutor dos debates em alto nível para que todos saiam daqui melhores do que vieram”, completa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.