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guilherme fontes
Um dos maiores clássicos da teledramaturgia ganhará um novo formato. A trama 'A Viagem', de Ivani Ribeiro (1922-1995) para o cinema, será levada para o cinema e já tem elenco quase fechado para a adaptação.
De acordo com a coluna Play, do jornal 'O Globo', e op site Notícias da TV, a emissora bateu o martelo em ter Pedro Novaes como o intérprete do grande vilão da trama, o espírito obsessor Alexandre, papel que foi de Guilherme Fontes no remake de 1994.
Diná vem aí! Carolina Dieckmmann mostrou a mudança de visual para viver a personagem no filme de 'A Viagem'
— Quem (@quem) April 30, 2026
Para o longa, a atriz mudou a cor dos cabelos e ficou morena. "Raspar a cabeça é muito mais fácil", brincou Carolina. pic.twitter.com/67nBsLf73S
Enquanto do lado dos bonzinhos da história, o Notícias da TV antecipou que Carolina Dieckmmann vai dar vida a Diná, mocinha da trama e irmã de Alexandre, que em 94 foi vivida por Christiane Torloni. A atriz compartilhou nas redes sociais a mudança de visual feita para encarar as filmagens do novo longa da emissora.
Rodrigo Lombardi é o nome cotado para viver o advogado Otávio, par romântico de Diná na trama, e que foi interpretado por Antonio Fagundes em 94. A coluna Outro Canal, de Gabriel Vaquer, no 'F5', do Folha de S.Paulo, confirmou o nome do ator.
Fanmade feito pelo perfil @alexandreperezart
Nas redes sociais, a atriz Fernanda Rodrigues está fazendo campanha para viver Estela na nova versão da novela. A atriz interpretou Bia em 94, filha de Estela, personagem de Lucinha Lins.
As gravações do longa estão previstas para começar em maio deste ano, no entanto, não há uma data de lançamento oficial definida.
O ator Guilherme Fontes, intérprete de Alexandre em 'A Viagem', deu entrada em um hospital na zona sul do Rio de Janeiro, no último final de semana após ter sido picado por uma cobra em casa.
Segundo o veterano, a espécie que o picou foi uma Jararaca, encontrada no mato próximo ao imóvel onde vive. "Fui picado por uma jararaca. Doeu tanto que nem sei explicar. Como sou resiliente em demasia passei mais tempo no instante após ser picado acalmando quem a minha volta estava", disse.
A cobra foi levada ao hospital para que os médicos pudessem entender qual seria o tratamento a se seguir no caso de Guilherme. Nas redes, o artista deu dicas aos seguidores de como agir caso algo parecido acontecesse.
"O que fazer nessa hora? Apertar o local ou amarrar uma tala igual como vemos nos filmes? Deixar fluir o sangue e correr para o hospital. E levar a cobra! Morta ou viva, você tem que levar a cobra pra saberem como tratar. Se demorar mais de 72 horas, o quadro pode se agravar para o quadro sistêmico de dor e infecção. São poucos os centros que tratam disso. Somente os hospitais públicos atendem este tipo de problema."
Guilherme tranquilizou o público quanto ao estado de saúde dele: "Estou bem. Medicado e com a mão pra cima".
Em 2014, Fontes foi condenado a ressarcir o Fundo Nacional de Cultura com R$ 66 milhões e ainda pagar multa de R$ 2,5 milhões por ter captado R$ 8,6 milhões através de leis de incentivo entre 1995 e 1999, sem ter apresentado o filme pronto. No pedido, a defesa do ator argumentava que ele tinha enviado uma cópia do filme à Agência Nacional do Cinema (Ancine), a fim de comprovar sua conclusão. Cerca de oito meses depois da estreia nos cinemas e já disponível na Netflix, os ministros entenderam que o filme foi concluído e pode ser encaminhado como prova dentro do recurso de revisão.
"Comecei a distribuir o filme sozinho e já chegamos a 150 cópias digitais. Devo me associar a outros distribuidores e talvez a gente chegue a mais cópias", contou ele à publicação. Fontes também falou sobre os comentários negativos ao filme, por conta do atraso na entrega. “As pessoas acharam que o filme estaria envelhecido, que a fotografia já era, mas é um filme novo. Os atores estão mais jovens, sim, mas nada disso interfere negativamente", contou.
Recentemente, Paulo Betti elogiou o filme, após assistir em uma sessão especial para algumas pessoas da equipe. "O longa está pronto e posso dizer: é muito bom", revelou o ator.
"Chatô" começou a ser rodado em 1999, com Marco Ricca no papel do magnata, com R$ 8 milhões captados através de leis de incentivo do Ministério da Cultura. O filme é cercado de polêmica, porque foi acusado de irregularidades na prestação de contas. Por conta disso, Guilherme Fontes chegou a ser condenado a devolver R$71 milhões à justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Nikolas Ferreira
"Eu tenho empresa, sim, a maior escola de inglês para cristãos no Brasil. Dei palestra sobre comunicação, tenho plataforma sobre política e espiritualidade, três livros lançados. Minha rede social me dá condição de ter essas boas iniciativas".
Disse o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) ao reagir aos questionamentos, sobretudo de políticos e apoiadores da esquerda, por declarar à Justiça Eleitoral bens no total de R$ 3,8 milhões. Os dados apontam que o patrimônio do político mineiro saltou 8.850% ao longo de seu primeiro mandato no Congresso Nacional — em 2022, ele relatou ter R$ 36 mil.