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guilherme bellintano
Um dos idealizadores do Furdunço, principal festa que marca o pré-Carnaval em Salvador, Guilherme Bellintani falou sobre a longevidade do evento, criado 12 anos atrás sob sua gestão na Saltur, órgão da prefeitura responsável pelos festejos.
Segundo o ex-gestor público, a criação do Furdunço continua sendo um motivo de orgulho pessoal. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele relembra que a data surgiu com a ideia de desfiles em carros menores, possibilitando maior interação entre folião e artistas.
"Eu tenho muito orgulho disso, de ter junto com toda equipe da Saltur ter criado o Furdunço, eu me lembro de cada detalhe até a gente abrir o dicionário de baianês para escolher o nome Furdunço, é um motivo de orgulho. O objetivo principal era fazer um desfile com carros menores, com trios elétricos que o folião pudesse desamarrar o cadarço do cantor. Essa era nossa referência de tamanho. E ver o Furdunço com o tamanho que está, o impacto no Carnaval de Salvador é um motivo enorme. Boas memórias da vida que ficam", disse.
A fala foi feita neste sábado (14) de Carnaval no Camarote Expresso 2222. Bellintani também comentou a mudança do dia do evento, que passou do domingo para o sábado.
"Achei bom porque tem uma abertura mais impactante no sábado, estava ficando muito cheio no domingo, talvez tenha sido uma das estratégias para trazer para um dia em que o espaço é menos disputado. O bom das criações é quando elas ganham vida própria e longevidade. É aquela coisa do legado, de criar uma coisa 12 anos atrás e que hoje está absolutamente viva", finalizou.
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Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.