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guilherme bellintano
Um dos idealizadores do Furdunço, principal festa que marca o pré-Carnaval em Salvador, Guilherme Bellintani falou sobre a longevidade do evento, criado 12 anos atrás sob sua gestão na Saltur, órgão da prefeitura responsável pelos festejos.
Segundo o ex-gestor público, a criação do Furdunço continua sendo um motivo de orgulho pessoal. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele relembra que a data surgiu com a ideia de desfiles em carros menores, possibilitando maior interação entre folião e artistas.
"Eu tenho muito orgulho disso, de ter junto com toda equipe da Saltur ter criado o Furdunço, eu me lembro de cada detalhe até a gente abrir o dicionário de baianês para escolher o nome Furdunço, é um motivo de orgulho. O objetivo principal era fazer um desfile com carros menores, com trios elétricos que o folião pudesse desamarrar o cadarço do cantor. Essa era nossa referência de tamanho. E ver o Furdunço com o tamanho que está, o impacto no Carnaval de Salvador é um motivo enorme. Boas memórias da vida que ficam", disse.
A fala foi feita neste sábado (14) de Carnaval no Camarote Expresso 2222. Bellintani também comentou a mudança do dia do evento, que passou do domingo para o sábado.
"Achei bom porque tem uma abertura mais impactante no sábado, estava ficando muito cheio no domingo, talvez tenha sido uma das estratégias para trazer para um dia em que o espaço é menos disputado. O bom das criações é quando elas ganham vida própria e longevidade. É aquela coisa do legado, de criar uma coisa 12 anos atrás e que hoje está absolutamente viva", finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.