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O presidente da Fundação Gregório de Matos (FGM), Fernando Guerreiro, avaliou a importância da criação do Memorial Pavilhão 2 de Julho, no Largo da Lapinha. Segundo Guerreiro, o espaço é uma oportunidade para que baianos e turistas se aprofundem na história da independência da Bahia.
“Inevitavelmente essa data precisava de um memorial e eu insisti para que fosse feita aqui na Lapinha, na casa do Caboclo. Agora as pessoas vão ter oportunidade de visitar esses dois símbolos da nossa religiosidade, nosso Cívico, símbolo da Fé e símbolo da Bahia durante o ano inteiro, além de conhecer um pouquinho da história da festa. Vamos poder trazer né visitantes para essa região tão bonita da cidade”, disse.
O presidente da FGM apontou ainda o que levou o bairro da Lapinha ser escolhido para receber o Memorial.
“A gente fala de centro histórico e aqui também tem essa história. Então o Largo foi totalmente requalificado pelo Prefeito Bruno Reis. A gente está junto aí entregando a cidade esse Memorial, que na verdade faz jus a importância da festa nesses 200 anos”.
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O presidente da Fundação Gregório de Mattos Fernando Guerreiro e o Secretário de Cultura e Turismo de Salvador, Pablo Barrozo lamentaram a morte do professor Jorge Portugal, nesta segunda-feira (3) (relembre aqui).
Guerreiro lembrou que Portugal é "um cidadão brasileiro, baiano e Santamarense de responsa, esse sempre foi Jorge Portugal". "Impossível falar dele sem um sorriso nos lábios, uma leveza na alma e muita poesia no coração. Portugal ressignificou o ensino com sua excepcional verve comunicativa e valorizou, como ninguém, nosso jeito de ver o mundo e se relacionar com ele. Com sua partida, as palavras perdem seu brilho e a nossa língua perde um de seus melhores tradutores. Vá em paz grande mestre", completou.
Já Barrozo cumprimentou os familiares e amigos do ex-secretário de Cultura da Bahia, professor e compositor, Jorge Portugal. "A minha solidariedade. Que Deus conforte a todos neste momento de consternação”, desejou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.