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guerra em gaza
No próximo congresso da FIFA, realizado no próximo dia 17 de maio, a Federação Palestina de Futebol (PFA), irá pedir sanções contra as equipes israelenses, devido às "graves violações dos direitos humanos cometidas por Israel", de acordo com a agenda do evento. Esse vai ser um dos principais ponots da 74ª reunião anual da entidade que comanda o futebol mundial, que vai ser realizado em Bangkok.
A proposta palestina irá provocar o primeiro debate numa grande organização esportiva sobre as consequências da guerra instaurada na Faixa de Gaza, iniciada pelo Estado de Israel, no último outono, após o ataque de 7 de outubro realizado pelo Hamas.
No texto, a PFA denuncia uma série de violações dos estatutos da FIFA por parte da Federação Israelense de Futebol (IFA), que vão desde as consequências diretas dos atentados - "pelo menos 92 jogadores de futebol mortos" em meados de março e todas as infraestruturas desportivas de Gaza destruídas – à falta de luta contra a "discriminação e racismo" anti-palestiniano no futebol.
"Só no futebol israelense pode haver um clube que rejeite jogadores árabes e a violência extrema pode ser considerada uma simples infração disciplinar", descreve o texto enviado pela Federação.
Segundo o manifesto, alguns dos dirigentes israelenses tem direcionado publicações nas redes sociais apoiando "o genocídio em Gaza".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.