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grupo wagner
Um avião soviético explodiu logo após pousar no Aeroporto Internacional de Gao, no Mali. A aeronave pertencia a empresa Ruby Star Airways, com sede em Minsk, em Belarus.
O número de mortos ainda não foi confirmado, a expectativa é que ao menos 140 pessoas estivessem a bordo da aeronave. A informação é do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.
O caso aconteceu no último sábado (23), mas só ganhou repercussão na quarta-feira (27), quando as autoridades locais informaram que identificaram apenas uma das vítimas, que seria um tenente-coronel do Exército de Mali.
Segundo a revista francesa Jeune Afrique, o avião transportava soldados do Grupo Wagner, criado pela Rússia. No entanto, a informação ainda não foi confirmada.
O Grupo Wagner atua no Mali desde 2020, quando uma junta militar tomou o governo do país e expulsou tropas francesas sob acusações de neocolonialismo.
A explosão da aeronave aconteceu semanas depois que o líder mercenário Yevgeny Prigozhin, que comandava o grupo, morreu em uma queda de avião perto de Moscou, capital da Rússia. Confira o momento da explosão:
?? Avião soviético explode segundos após pousar no Mali
— Metrópoles (@Metropoles) September 28, 2023
Mídia francesa afirma que integrantes do Grupo Wagner estavam a bordo do avião. Entretanto, a informação não foi confirmada
Leia: https://t.co/ldmEzVfFrc pic.twitter.com/bmaIFIZdtA
Utilizada para o transporte oficial do presidente russo Vladimir Putin, a aeronave RA-96022 deixou a capital Moscou na manhã deste sábado (24) em direção à cidade de São Petersburgo, conforme registro do site "flightradar24", que monitora voos oficiais ao redor do mundo.
Segundo as informações, às 10h no horário de Brasília, o avião já estava fora dos arredores da capital. A saída ocorre em meio ao movimento do Wagner Group, maior companhia mercenária da Rússia, para alcançar a capital após acusar o Ministério da Defesa russo de bombardear suas próprias unidades em combate na Ucrânia.

Foto: Reprodução / flightradar24
A força conta com o apoio de grupos opositores ao governo Putin e cerca de 50 mil homens tentam abrir caminho pelo sul do país.
O governo russo colocou Moscou em alerta máximo após o grupo de mercenários Wagner iniciar uma campanha contra o ministro da Defesa do país. Na madrugada deste sábado (24), no horário local, Yevgeny Prigozhin, chefe dos mercenários, afirmou que suas forças chegaram a uma região perto da Ucrânia, Rostov.
Prigozhin sugeriu não ter encontrado resistência das tropas russas até o momento, mas prometeu "destruir" quem se colocar em seu caminho. "Nós estamos avançando e vamos até o fim", disse. O governador de Rostov pediu que as pessoas não saiam de casa a não ser que seja necessário.
O Grupo Wagner é uma empresa privada paramilitar que existe desde antes da guerra na Ucrânia, e tem vínculos com o governo de Wladimir Putin. Porém, após baixas no conflito ucraniano, o número de recrutas aumentou, assumindo a "linha de frente" da guerra. E isso levou a desentendimentos com o exército russo.
O estopim para a reação contra Moscou teria ocorrido após supostamente o Ministério da Defesa atacar um acampamento do Grupo Wagner, matando combatentes.
Ainda assim, Prigozhin prometeu não se tratar de um golpe militar. "É uma marcha por justiça. Nossas ações não interferem de forma alguma nas tropas." Após as ameaças, a segurança em Moscou foi reforçada e a população compartilhou vídeos de tanques de guerra na cidade.
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"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.