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PM da reserva é preso por suspeita de envolvimento com grupos de extermínio e jogos de azar na Bahia
Um policial militar da reserva foi preso nesta quarta-feira (29), por suspeita de envolvimento com grupos de extermínio e jogos de azar, em Vitória da Conquista, região Sudoeste da Bahia. A prisão foi efetuada pelas equipes do Ministério Público e da Secretaria da Segurança Pública (COGER, PC e PM). Armas, munições, cofre e aparelhos eletrônicos foram apreendidos.
As Operações denominadas de Reciclagem e Jogo Sujo foram promovidas de forma simultâneas. Mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos pelas equipes. Na Operação Reciclagem foram apreendidos também duas pistolas, carregadores, munições, celulares e tablet. Um policial militar da ativa é investigado.
Dois revólveres calibres 22 e 32, munições, celulares e um cofre foram encontrados pelas equipes durante cumprimento de ordens judiciais da Operação Jogo Sujo. Um sargento PM aposentado e um comparsa foram presos.
As ações integradas foram promovidas pela Força Correcional Especial Integrada (Force) da Corregedoria Geral da SSP, pelos Grupos de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco) e de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp) do MP, com o apoio da Polícia Civil, por meio das Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior (Coorpins) de Vitória da Conquista e de Brumado, além da Corregedoria da Polícia Militar.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.