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grupo amoedo
Nesta segunda-feira (9), Leonardo Amoedo, CEO do Grupo Amoedo, até então investidor do Itabuna, anunciou em nota oficial que não irá mais fazer parte do projeto da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Dragão do Sul.
"É com pesar que compartilho a notícia de que, devido a divergências irreconciliáveis no modelo de gestão da SAF e composição dos investimentos futuros da mesma, tomei a decisão de me retirar do projeto de investimento da Sociedade Anônima do Futebol no Itabuna Esporte Clube. Esta não foi uma escolha fácil, mas acredito que é o melhor caminho a seguir, tanto para o clube quanto para mim", disse Leonardo Amoedo em trecho do comunicado.
Na nota, Leonardo também faz um apelo aos empresários da cidade de Itabuna e às autoridades políticas da região para que exista investimento no futebol local.
"Faço um apelo especial aos empresários da cidade e às autoridades políticas da região. Convido todos vocês a investirem no futebol local e a apoiarem o clube de sua cidade. O esporte tem o poder de unir comunidades, inspirar jovens e criar um senso de pertencimento. Se cada um de nós der o seu apoio, poderemos fazer do Itabuna Esporte Clube um farol de esperança e sucesso para as gerações futuras".
Duas vezes campeão da Série B do Baianão, em 2002 e 2022, e vice-campeão da Série A, em 1970, o Itabuna terminou o Campeonato Baiano de 2023 na terceira posição ao ser eliminado nas semifinais para o Bahia, que terminaria com o título estadual deste ano.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.