Artigos
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero
Multimídia
Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
greve da policia
O encontro entre Feyenoord e Ajax, válido pela 4ª rodada da Eredivisie, que estava agendado para o próximo domingo (1º), foi cancelado e ainda não há uma nova data para a realização do clássico. A partida foi adiada por devido a um pedido do Município de Roterdão, que irá enfrentar uma greve da polícia agendada para este fim de semana e, por motivos de segurança, não será possível a partida acontecer.
Em comunicado, o Feyenoord lamentou o cancelamento do Klassieker.
"O Feyenoord está muito desapontado por não poder jogar no domingo. Como indicado anteriormente, entendemos que as pessoas defendam a sua causa. No entanto, lamentamos que, não pela primeira vez, o futebol esteja sendo utilizado para impor questões em que não fazemos parte. Compreendemos e concordamos que as autoridades não considerem responsável permitir que a partida aconteça sem a presença da polícia", diz a nota.
Zondag geen Klassieker...#feyaja
— Feyenoord Rotterdam (@Feyenoord) August 27, 2024
"O Klassieker [como é conhecido o clássico entre Ajax e Feyenoord], que estava marcado para domingo à tarde, às 14h30, foi cancelado. Esta decisão foi tomada pelo Município de Roterdão devido à ação policial anunciada, que resultaria num jogo sem presença policial", explica o comunicado do Ajax.
The Klassieker, which was scheduled for Sunday afternoon at 14:30 has been cancelled. This decision was made by the Municipality of Rotterdam due to the announced police action, which would result in no police presence at the match in Rotterdam.#feyaja
— AFC Ajax (@AFCAjax) August 27, 2024
Na última temporada aconteceu episódio semelhante em Portugal, quando o encontro entre Famalicão e Sporting não foi realizado na data prevista por não serem reunidas as condições de segurança necessárias, face a uma greve policial.
A Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitou recurso do Banco do Brasil S.A. contra condenação por deixar de garantir a segurança de uma agência de Teixeira de Freitas durante greve de vigilantes ocorrida em março de 2020. Nas instâncias anteriores, o banco foi condenado a pagar R$ 5 mil a cada empregado da agência.
A greve ocorreu entre 12 e 18 de março de 2020. Na ação, o Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Sistema Financeiro do Extremo Sul da Bahia disse que, mesmo sem os vigilantes, o banco determinou a abertura da agência Presidente Vargas, com todos os serviços. Para o sindicato, a medida deixou em risco a integridade física e mental das pessoas que trabalhavam no local.
Em contestação, o banco sustentou que, após a deflagração da greve dos vigilantes, teve apoio da Polícia Militar para a abertura da agência e a manutenção nos terminais de autoatendimento. Explicou que houve atendimento apenas para as transações que não envolviam numerários e destacou que alguns vigilantes, mesmo com a greve, compareceram aos seus postos de trabalho na agência.
O juízo da 2ª Vara do Trabalho de Teixeira de Freitas e o Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) condenaram o Banco do Brasil a pagar R$ 5 mil de indenização a cada empregado. Segundo o TRT-BA, embora não tenha sido registrado nenhum ato de violência contra durante a greve, o banco, ao abrir a agência com o contingente de vigilantes reduzido, assumiu o risco de operar o negócio nessas condições.
O caso chegou ao TST em agosto de 2023, com recurso do Banco do Brasil, que alegou que, por se tratar de serviço essencial, o funcionamento da agência não poderia ser totalmente paralisado. Contudo, a relatora, ministra Maria Cristina Peduzzi, observou que o TRT-BA, última instância a examinar provas, registrou que a agência contava normalmente com três ou quatro vigilantes e, durante a greve, apenas dois permaneceram no local de trabalho, número inferior ao previsto nas normas de segurança. Ainda segundo o TRT-BA, os caixas eletrônicos estavam funcionando plenamente, e os envelopes eram recolhidos da mesma forma, pelos gerentes de serviços.
Para a ministra, a questão não tem transcendência econômica, política, social ou jurídica, requisitos necessários para a admissão do recurso. Por unanimidade, a Turma considerou a manifestação do banco injustificada e multou a instituição em 2% do valor da causa.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).