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A Estação Primeira de Mangueira já definiu o hino oficial que embalará seu desfile na Marquês de Sapucaí no Carnaval de 2027. A escola de samba carioca anunciou, no sábado (5), a vitória do samba-enredo, que conta com a interpretação da cantora baiana Daniela Mercury. O resultado foi festejado na quadra da escola, apelidada de "Palácio do Samba."
A aproximação entre a cantora baiana e a verde e rosa para este projeto teve início em julho de 2026, quando Daniela foi convidada para participar da gravação de um dos sambas que disputavam a escolha do hino oficial da escola. Na época, ela celebrou o convite nas redes sociais, ressaltando a honra e a emoção de integrar o projeto. “Eu, com mais de 40 anos de carreira, sinto que vivi um dos dias mais importantes da minha história. Meu coração está verde e rosa”, disse a artista em suas redes sociais.
Na gravação, Daniela atuou como intérprete convidada da obra, cuja parceria é assinada pelos compositores Lequinho, Júnior Fionda, Gabriel Machado, Orlando Ambrósio, Guilherme Sá e Paulinho Bandolim. O samba tem como intérpretes oficiais Tinga e Grazzi Brasil.
Para o Carnaval de 2027, a Mangueira levará para a avenida o enredo "Oyá", inspirado na divindade de matriz africana associada aos ventos, às tempestades e à transformação. O tema possui forte conexão com a trajetória artística de Daniela Mercury. Há décadas, a cantora manifesta em seu trabalho referências às religiões de matriz africana e tem, inclusive, a canção "Oyá por Nós" em seu repertório.
Após a consagração do samba, Daniela Mercury, que se apresentou na quadra da Mangueira e animou o público presente, celebrou a vitória em suas redes sociais. “Ganhamos a disputa pelo hino do carnaval da Mangueira de 2027! Estou emocionada. Agradeço a parceria e o convite para ser a intérprete desse samba-enredo. E agradeço também a toda comunidade da Estação Primeira de Mangueira por ter abraçado essa música que nos levanta e dá poder. Que forte! Meu carnaval começou hoje. Oyá por Nós”, escreveu a artista.
Por meio de um tweet, publicado na tarde desta terça-feira (5), o administrador da Nasa, Jim Bridenstine, confirmou a existência de um projeto que levará o astro do cinema, Tom Cruise, para o espaço. O artista americano pretende ser o primeiro responsável na história a estrelar e gravar um filme na gravidade zero.
“A Nasa está animada para trabalhar com Tom Cruise em um filme a bordo da Estação Espacial Internacional. Nós precisamos que a mídia popular inspire uma nova geração de engenheiros e cientistas para tornar os planos ambiciosos da Nasa realidade”, publicou Jim, segundo tradução do portal Omelete.
Foi cogitado, anteriormente, que dono da SpaceX, Elon Musk, também estaria em parceria com Cruise para a concretização do feito (relembre aqui). As novas informações, no entanto, não confirmam a participação do bilionário. Outro esclarecimento feito é de que o longa não fará parte da franquia “Missão: Impossível”.
NASA is excited to work with @TomCruise on a film aboard the @Space_Station! We need popular media to inspire a new generation of engineers and scientists to make @NASA’s ambitious plans a reality. pic.twitter.com/CaPwfXtfUv
— Jim Bridenstine (@JimBridenstine) May 5, 2020
Em parceria com a Nasa, agência espacial americana, o ator Tom Cruise e o bilionário dono da SpaceX, Elon Musk, querem se tornar os primeiros responsáveis pela gravação de um longa-metragem diretamente do espaço. De acordo com o portal F5, com base em informações divulgadas pelo site Page Six, o projeto será de ação e aventura.
Ainda em fase inicial, o ambicioso projeto não possui, até o momento, algum estúdio interessado em dar prosseguimento a ideia. Cruise, por sua vez, também vem priorizando a produção do sétimo filme da franquia “Missão: Impossível”. O longa, que vinha sendo filmado em Veneza, na Itália, teve as gravações suspensas por conta do agravamento da pandemia do novo coronavírus na região.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.