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grava crianca trabalhando
A cantora Katia Aveiro, uma figura pública portuguesa, gravou um vídeo em suas redes sociais se defendendo nesta quarta-feira (21) após gravar um vídeo de uma criança a vender lembranças numa praia em Trancoso, na Costa do Descobrimento. As imagens, que mostravam o menino trabalhando para comprar um celular e uma bicicleta, geraram críticas de seguidores que a acusavam de não ter realizado os sonhos da criança.
Criticada nas redes, a cantora reagiu, explicando a sua posição. A empresária revelou que optou por não contar à criança que era irmã de Cristiano Ronaldo para manter a discrição. Além disso, justificou a sua decisão de não oferecer os presentes solicitados pelo menino.
Veja o vídeo:
??VÃDEO: Cantora Katia Aveiro se defende após gravar vÃdeo de menino trabalhando em praia de Trancoso
— Bahia NotÃcias (@BahiaNoticias) May 22, 2025
Confira???? ?? pic.twitter.com/codxQZaHgI
"Se fosse oferecer o [celular] e a bicicleta a todas as crianças que nos querem vender coisas. As pessoas não têm essa consciência, as pessoas falam à toa", lamentou Katia Aveiro, frisando que "o trabalho dignifica as pessoas". Embora reconheça que "crianças a trabalhar não é bom", alega a cantora.
A empresária foi categórica ao afirmar: "Eu não sou salvadora da pátria, nem vim para Trancoso comprar bicicletas, nem telemóveis a toda a gente que me aborda na rua. Até porque, não sei de onde tiraram a ideia que isso é uma obrigação minha".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.