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gp da china
O italiano Andrea Kimi Antonelli conquistou neste domingo sua primeira vitória na Formula 1 ao vencer o Grande Prêmio da China. O piloto da Mercedes-AMG Petronas Formula One Team largou na pole position, a mais precoce da história da categoria, e confirmou o favoritismo ao cruzar a linha de chegada à frente do companheiro de equipe George Russell. O terceiro lugar ficou com Lewis Hamilton, que conquistou seu primeiro pódio defendendo a Scuderia Ferrari.
A vitória encerra um jejum de quase duas décadas sem triunfos italianos na categoria. O último piloto do país a vencer uma corrida havia sido Giancarlo Fisichella, no Grande Prêmio da Malásia de 2006.
Com o resultado, Antonelli também entrou para a lista dos vencedores mais jovens da história da F1. Aos 19 anos e seis meses, ele superou a marca estabelecida por Sebastian Vettel, que venceu o Grande Prêmio da Itália de 2008 aos 21 anos e dois meses. O recorde absoluto segue com Max Verstappen, vencedor do Grande Prêmio da Espanha de 2016 aos 18 anos e sete meses.
O pódio também marcou o fim de uma sequência negativa para Hamilton. O britânico voltou ao top-3 após 27 corridas sem subir ao pódio. A última vez havia sido no Grande Prêmio de Las Vegas de 2024, quando terminou em segundo lugar ainda como piloto da Mercedes.
O brasileiro Gabriel Bortoleto não participou da prova. O carro apresentou problemas mecânicos antes da largada, impedindo sua participação no GP.
Depois da estreia complicada de Gabriel Bortoleto na Fórmula 1, o jovem brasileiro superou o companheiro de equipe no GP da China. Com o início difícil, durante a corrida, o piloto perdeu a disputa da zona de pontuação, mas a velocidade apresentada deixou Nico Hülkenberg para trás na 2ª etapa da F1 2025.
Bortoleto conseguiu manter o carro na pista até o fim da corrida, algo que não havia acontecido em sua estreia na Austrália. Na ocasião, Gabriel abandonou a prova nas primeiras voltas por conta de um erro ocasionado pela pista molhada.
O próximo compromisso das equipes será o GP do Japão, entre os dias 4 e 6 de abril. Assim como as outras disputas, essa também terá o começo às 2h da madrugada.
Com 24 corridas planejadas, o GP de São Paulo será em 9 de novembro. O último dia de corridas da temporada está previsto para ocorrer em 7 de dezembro, no GP de Abu Dhabi.
A estreia de Lewis Hamilton pela Ferrari não foi como o britânico esperava. No último domingo (16), no GP da Austrália, o heptacampeão terminou apenas na nona colocação, atrás de seu companheiro de equipe, Charles Leclerc. Após a corrida, Hamilton classificou sua performance como um “fundo do poço” e admitiu dificuldades para se adaptar ao carro e à comunicação com a equipe.
Apesar de um bom desempenho nos treinos livres, a Ferrari não conseguiu repetir o ritmo na classificação e na corrida. No sábado, Hamilton garantiu apenas a oitava posição no grid, uma atrás de Leclerc. Já no domingo, o britânico passou grande parte da prova preso atrás da Williams de Alexander Albon, sem conseguir avançar no pelotão.
Além das dificuldades com a SF-25, Hamilton também relatou problemas de comunicação com seu engenheiro, Ricardo Adami, principalmente em relação à previsão do tempo. A equipe informou que a chuva seria passageira, levando o piloto a adiar a troca de pneus. No entanto, a intensidade da chuva aumentou, o que prejudicou ainda mais seu desempenho.
“Senti que estava no fundo do poço hoje – tudo é novo. Desde a primeira vez que guiei este carro na chuva, ele estava se comportando de forma muito diferente do que eu já havia experienciado no passado, a unidade de potência, as funções de direção. Todas essas coisas são jogadas para você e você tenta fazer malabarismo com elas”, afirmou Hamilton.
“Infelizmente, no final, eles disseram que seria só uma chuva rápida e que o resto da pista estava seco, então pensei: ‘Vou aguentar o máximo que puder. Posso me manter na pista.’ Eles não disseram que mais estava por vir, então, de repente, choveu mais, então faltou um pouco de comunicação”, completou.
Sem confiança no carro, Hamilton revelou que quase bateu no muro algumas vezes durante a corrida e já planeja ajustes no SF-25 para o próximo desafio da temporada, o GP da China, que acontece entre os dias 21 e 23 de março, no Circuito Internacional de Xangai.
“Infelizmente, não tive nenhuma confiança hoje, então farei algumas mudanças no carro na semana que vem. Hoje foi a frenagem e a estabilidade traseira, principalmente na potência – houve muitos estalos, quase bati no muro muitas vezes”, finalizou.
A Fórmula 1 anunciou nesta sexta-feira (6) a renovação do contrato do Grande Prêmio da China, disputado no Circuito Internacional de Xangai, por mais cinco anos. O novo acordo, que anteriormente valia até 2025, agora se estende até 2030. A etapa retornou ao calendário em 2024 após uma pausa devido à pandemia de Covid-19, e já foi realizada nesta temporada.
A prova de 2025 está marcada como a segunda da temporada, entre os dias 21 e 23 de março. Neste ano, Max Verstappen dominou a etapa, vencendo tanto a corrida principal quanto a sprint.
Para o CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, a continuidade do GP da China representa uma parceria de sucesso. "Nosso retorno à China nesta temporada, pela primeira vez desde 2019, foi um momento fantástico para o esporte, e é incrível ver os níveis de apoio que desfrutamos no país continuarem a crescer ano após ano. Xangai é uma cidade incrível, e a pista é um teste maravilhoso para nossos pilotos, por isso estou muito feliz que a Fórmula 1 continuará sua parceria de sucesso com o Grande Prêmio da China por mais cinco anos", contou.
Desde sua estreia em 2004, o GP da China tem se consolidado como um dos mais importantes do calendário da Fórmula 1. Naquele ano, o brasileiro Rubens Barrichello venceu a primeira corrida em Xangai. O recordista de vitórias na etapa, no entanto, é Lewis Hamilton, com seis triunfos, seguido por Fernando Alonso e Nico Rosberg, ambos com duas vitórias cada.
Em 2024, a F1 renovou contratos importantes, como os GPs do Japão, Inglaterra, Mônaco e Itália. Outra novidade foi a oficialização da mudança do GP da Espanha para Madrid a partir de 2026, em um acordo de dez anos. Apesar disso, o GP da Holanda, que também teve seu contrato estendido, deixará o calendário após 2026.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.