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gp da arabia saudita
A principal categoria do automobilismo mundial, a Fórmula 1, irá cancelar os Grandes Prêmios (GP) do Bahrein, no circuito de Sakhir, e da Arábia Saudita, no tradicional circuito de rua em Jeddah, devido ao agravamento do conflito no Oriente Médio. As corridas estavam previstas para os finais de semana de 12 e 19 de abril.
As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (13) pela emissora Sky Sports. De acordo com a emissora, não há previsão de que as provas sejam substituídas por outras sedes. Assim, a temporada, que originalmente contaria com 24 etapas, deve ser reduzida para 22 GPs. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a gerência da Fórmula 1 devem oficializar o cancelamento das duas etapas até domingo, dia do GP da China.
Iniciado há duas semanas, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã tem atingido países vizinhos ao território iraniano, como o Bahrein e a Arábia Saudita. Catar e Emirados Árabes Unidos também foram afetados e precisaram suspender eventos esportivos, como a finalíssima entre Argentina e Espanha, que ocorreria em solo catari.
Sem as duas etapas no calendário, a F1 terá um longo hiato no mês de abril. Com as mudanças, a categoria entra em pista para o GP do Japão no dia 29 de março e só retornará no dia 3 de maio, para o GP de Miami.
O Grande Prêmio da Arábia Saudita ficou marcado por uma confusão da Federação Internacional do Automóvel (FIA) no resultado final da segunda etapa do Campeonato Mundial de Fórmula 1, disputado neste domingo (19). O piloto Fernando Alonso, da Aston Martin, recebeu a bandeira quadriculada na terceira colocação atrás do vencedor Sergio Pérez e do segundo colocado Max Verstappen, ambos da Red Bull. Após a festa no pódio, o espanhol perdeu a posição caindo para quarto, por causa de uma punição, mas conseguiu reverter a pena.
Alonso foi punido com 5 segundos por se posicionar de forma incorreta no colchete do grid de largada. Durante o cumprimento da pena, um mecânico da equipe encostou o macaco no carro do bicampeão, o que não é permitido antes do prazo terminar completamente. Por causa disso, o piloto foi penalizado com o acréscimo de 10 segundos no seu tempo final da prova, já depois da cerimônia de premiação no pódio, e o inglês George Russell, da Mercedes, herdou o terceiro lugar. No entanto, horas depois, já na madrugada desta segunda-feira (20) em Jedá, a Aston Martin entrou com uma petição, mostrando um vídeo onde acontece toques de macaco em sete carros que cumpriam punição similares à de Alonso. A FIA acatou o pedido e devolveu a terceira colocação ao espanhol, que chegou ao 100º da carreira.
"Tendo analisado as provas em vídeo apresentadas e tendo ouvido do representante da Aston Martin, e dos membros relevantes da FIA, os dirigentes determinaram que existiam novas provas significativas e relevantes para desencadear uma revisão da decisão. Ficou claro para nós que o substrato da decisão original, ou seja, a existência de um acordo (que definiria o toque do macaco no carro como um trabalho equivalente à troca de pneus) foi questionada pelas novas provas. Concluímos que não havia um acordo claro em que se pudesse confiar para determinar que as partes tinham concordado que um macaco tocando um carro equivaleria a trabalhar no carro, sem mais. Nessas circunstâncias, consideramos que nossa decisão original de impor uma punição ao carro 14 (Alonso) deve ser revertida, e assim o faremos", diz um trecho do documento.
Com o resultado retomado, Fernando Alonso chegou aos 30 pontos, ocupando o terceiro lugar na classificação do Mundial de F1, sete a menos do que o mexicano Sergio Pérez, que é o segundo. Atual bicampeão do mundo, o holandês Max Verstappen é o líder com 44. A próxima etapa será o GP da Austrália que acontece entre os dias 31 de março e 2 de abril, em Melbourne.
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Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.