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governo espanhol
A decisão do Tribunal de Justiça da Catalunha de absolver Dani Alves do crime de agressão sexual não foi bem recebida por membros do Governo espanhol. O ex-jogador havia sido condenado em primeira instância a quatro anos e meio de prisão, mas a nova sentença considerou insuficiente o testemunho da vítima para manter a condenação, prevalecendo a presunção de inocência.
A vice-presidente do Governo e ministra das Finanças, María Jesús Montero, manifestou indignação com o desfecho do caso.
"A sentença de Dani Alves é uma vergonha. Depois do que temos lutado pela igualdade e pelos direitos das mulheres, é uma vergonha que a presunção de inocência esteja acima do testemunho de uma mulher que enfrentou o poder. Defendemos a dignidade das mulheres."
A ministra da Igualdade, Ana Redondo, também criticou a decisão e pediu reflexão por parte do tribunal.
"Não podemos estar permanentemente a questionar a voz das mulheres."
O caso remonta a 30 de dezembro de 2022, quando uma jovem de 23 anos acusou Dani Alves de agressão sexual em uma boate em Barcelona. Após a decisão judicial, o caso gerou forte repercussão na sociedade espanhola e intensificou o debate sobre os direitos das vítimas e a presunção de inocência nos tribunais.
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Pérolas do Dia
Luciano Sandes
"De início, informa que recebeu com surpresa a operação realizada na data de ontem, que o incluiu como um dos alvos. Apesar disso, mantém serenidade e a confiança de que, ao final das apurações, todos os fatos serão esclarecidos e que sua inocência restará demonstrada".
Disse o ex-secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, se pronunciou pela primeira vez após ser alvo da operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA).