Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
golpe no barcelona
O Barcelona foi alvo de uma tentativa de fraude durante a transferência de Robert Lewandowski para o clube, ocorrida em 15 de julho de 2022, após sua saída do Bayern de Munique. Segundo informações da rádio espanhola Cadena SER, um golpista se passou pelo empresário israelense Pini Zahavi e conseguiu que o clube catalão transferisse um milhão de euros a uma conta bancária, alegando ser referente à comissão da venda de Lewandowski.
No dia 29 de julho do mesmo ano, dirigentes do Barcelona receberam um e-mail suspeito, aparentemente assinado por Pini Zahavi, solicitando o pagamento de uma quantia em atraso. Os dados bancários fornecidos, no entanto, não correspondiam à conta do empresário e sim à de Michael Gerardus Hermanus Demon, advogado de Zahavi.
Investigações posteriores revelaram que a conta bancária havia sido aberta poucos dias antes e recebido a transferência de um milhão de euros enviada pelo Barcelona. No entanto, o banco bloqueou a quantia após identificar a transação como suspeita, uma vez que havia sido a única realizada desde a abertura da conta. O golpista entrou em contato repetidamente com o banco, exigindo a liberação do valor, mas seus pedidos foram negados e a conta foi encerrada em outubro deste ano.
O Barcelona conseguiu recuperar o valor transferido indevidamente. Descobriu-se que a fraude teve início após o advogado de Pini Zahavi, Michael Hermanus, ter sido vítima de um assalto e perdido seus documentos, os quais foram utilizados pelo golpista para abrir a conta bancária. Curiosamente, o banco nega ter aberto a conta, alegando que o procedimento exige identificação por videochamada ou presencialmente.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.