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golden boy 2024
Com apenas 17 anos, a jovem promessa - que vem se consolidando como uma realidade - Lamine Yamal, do Barcelona, foi eleito o vencedor do Golden Boy 2024, superando nomes como Endrick, Savinho e Garnacho. O prêmio, entregue nesta quarta-feira (27), reconhece o melhor jogador sub-21 do futebol europeu e é organizado pelo jornal italiano Tuttosport.
Lamine alcançou um feito histórico ao receber 488 de 500 pontos possíveis, estabelecendo um recorde na história da premiação. Ele também se tornou o jogador mais jovem a conquistar o troféu, com 17 anos, quatro meses e 14 dias.
Além disso, no evento da Bola de Ouro, realizado pela France Football, Yamal já havia levado o Troféu Kopa, destinado ao melhor jogador jovem do mundo.
Lamine brilhou pelo Barcelona na temporada 2023/24 e teve um papel crucial na campanha da Espanha na Eurocopa. Formando uma dupla dinâmica com Nico Williams, do Athletic Bilbao, ele ajudou a Fúria a conquistar seu quarto título europeu. Lamine marcou um gol decisivo na semifinal contra a França (2 a 1) e somou quatro assistências no torneio.
Os brasileiros Endrick e Savinho também estavam entre os indicados, mas não alcançaram o desempenho necessário para superar o espanhol.
No Real Madrid, Endrick começou a temporada com expectativas altas, mas vem tendo poucas oportunidades sob o comando de Carlo Ancelotti. Já Savinho, do Manchester City, se destacou pelo Girona, mas o declínio recente do time tem prejudicado sua visibilidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.