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A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e o o ex-ministro Aloizio Mercadante fizeram uma visita técnica, nesta sexta-feira (4), a instalações de onde irá funcionar o gabinete de transição do governo Jair Bolsonaro (PL) para a gestão do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A sede ficará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, e funcionará até 1º de janeiro.
O local designado pelo governo federal fica a sete quilômetros do Palácio do Planalto. Além disso, o CCBB costuma ser o local utilizado nas transições de governo desde a passagem de cargo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para Lula, em 2002.
Após visita, Gleisi conversou com a imprensa e afirmou que todo o laudo da visita técnica será repassado para Alckmin para definir a estrutura definitiva do gabinete. Nomeado oficialmente, na manhã desta sexta, como coordenador do processo de transição, Alckmin ficará responsável por conduzir a equipe de Lula.
Ainda de acordo com Gleisi, a partir de segunda (7), pessoas envolvidas no processo já devem começar a chegar e trabalhar já na sede. "Não com toda a equipe formada, mas já com a equipe de administração, que vai fazer essa parte de apoio para que quando a equipe da transição mesmo das áreas temáticas chegue, esteja tudo pronto", afirmou.
Questionada se o presidente Lula já estaria em Brasília na segunda, e ficaria na sede, Hoffmann disse que não, pois ainda não foi definida a agenda da semana que vem do presidente eleito. “Teremos reuniões na segunda, mas em São Paulo, e após isso iremos definir as reuniões e a ida dele a Brasília, que deve ocorrer já na terça”, afirmou a presidente do PT.
AGENDA EM BRASÍLIA
Nesta quinta (3), Alckmin cumpriu uma extensa agenda na capital federal. No começo do dia, o vice, acompanhado de Gleisi, Mercadante e alguns parlamentares, tiveram uma reunião com o relator do Orçamento de 2023, Marcelo Castro (MDB-PI), para discutir a adequação da proposta orçamentária de 2023 a promessas de campanha de Lula, com destaque para a manutenção do Auxílio Brasil (lembre aqui).
Mais tarde, Alckmin e Hoffmann se reuniram com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (lembre aqui). Na ocasião, Alckmin teve um breve encontro com o atual presidente Jair Bolsonaro, onde o cumprimento e desejou sucesso (lembre aqui).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).