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gil e caetano
Mesmo após deixar o Cruzeiro, o jogador argentino Juan Pablo Sorín não encerrou sua relação com o Brasil e, principalmente, com a Bahia. Amigo de Gilberto e Flora Gil, e de Caetano Veloso e Paula Lavigne, ele escolheu o Camarote Expresso 2222 para curtir o Carnaval da capital baiana.
"Estou muito feliz que o Carnaval voltou depois da pandemia, com esperança, luz e muita saúde, muita cultura e coisa boa pro Brasil. Eu cheguei ao Brasil em 2000, mas eu nem falava português, não conhecia o Carnaval da Bahia, e foi muito legal pra gente. O que gostamos muito é que é muito popular, de rua, que significa alegria pro povo. Então a gente queria voltar, mais ainda tendo amigos tão queridos como a família Gil, a de Caetano Veloso, a Paula Lavigne", comentou em entrevista ao Bahia Notícias.
Vestido de Gandhy, Sorín explicou que foi o próprio amigo que o ajudou a escolher o traje: "É a primeira vez que eu coloco uma fantasia. Eu fico muito feliz, até porque o Gil me ajudou com a Flora. A história dos Filhos de Gandhy é muito legal, e a história dele com os Filhos de Gandhy, como ressurgiu a partir da música dele", narrou.
O craque argentino ainda comentou sobre a emoção de ver a Argentina ganhar a Copa do Mundo do Catar, em dezembro do ano passado. "A sensação foi única. Estávamos lá, inclusive encontramos com o Gil, fomos almoçar. Foi uma Copa do Mundo incrível, estava com a família sempre, eu trabalhei pra várias televisões. Mas acho que a energia da Argentina, dos jogadores junto com a torcida, foi muito forte. O povo argentino fez muito esforço para viajar pro Catar, porque estava muito caro, mas tinha uma emoção muito grande. E os astros conspiraram. Todo mundo estava querendo que o Messi fosse campeão do mundo. Foi inesquecível, ficou pra sempre no nosso coração e na nossa memória. E depois de 36 anos, depois de Maradona, a gente merecia", avaliou.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.