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Cancelamentos de grandes turnês como a de Ivete Sangalo e Ludmilla ligaram um alerta no mercado de evento e esse foi um dos pontos de atenção de Léo Santana com o lançamento do projeto Paggodin em maio deste ano.
Três meses depois, a opinião do GG continua e ao Bahia Notícias, durante o lançamento do Paggodin em Salvador, o artista falou sobre como continua difícil rodar o país e conquistar o público.
Questionado pelo site se a label Paggodin seria uma das formas de contornar a situação dos cancelamentos e voltar a conquistar o público, o artista afirmou que oferecer uma experiência diferenciada é uma das saídas, mas não a única.
“Não sei se essa é a fórmula, mas que é um ponto muito positivo e atrativo. O Baile da Santinha, por exemplo, se tornou referência como label, devido a toda a ativação dentro do evento. Tem aquele lance do diabinho e do anjinho, aquela coisa circense, tem o lado dos pontos instagramavéis, isso atrai muito o público. Porque show por show, atrai o público, mas se tiver aquela novidade, a pessoa volta para casa com aquilo de ‘caramba! Eu vivi isso naquele evento’, então eu acho que sim, é um ponto que soma muito, vou dizer, mas também não é apenas isso.”
Para Léo, é necessário observar a forma de consumo do público e trabalhar em novas estratégias. “Eu falo mais uma vez, por mim principalmente. Eu ando na estrada a vida toda, o tempo todo, por semana a gente faz sete, oito shows e o mercado não tá fácil. Isso é um fato. Independente das minhas amigas, Lud, Ivete, que tiveram as turnês canceladas, não sei por qual motivo, mas eu falo por mim. Assim, está muito difícil se fazer evento hoje”, conta.
Léo aponta ainda que lançar projetos tem sido um “tiro no escuro”, mas a expectativa e esperança é de sempre acertar o alvo. “Assim como o Paggodin dia 15 de setembro, a gente está na luta constante, de grandes estratégias para a venda de ingressos, tanto aqui como nas outras capitais que a gente vem a fazer o show, então acho que é todo um conjunto assim. Tem eventos que a gente acredita que vai ser uma explosão e não é, tem uns que a gente não dá nada e muda até o espaço porque não coube o público, mas é sempre uma incógnita. Estamos trabalhando, fechamos que Deus vai dar certo”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.