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geraldo galindo
O presidente do PCdoB na Bahia, Geraldo Galindo, esteve presente em ato de defesa da democracia e contra o golpe realizado na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), nesta segunda-feira (8), data em que completa um ano dos ataques antidemocráticos que resultaram em danos a prédios públicos em Brasília, capital federal. Na ocasião, o líder da sigla no estado reafirmou o compromisso do partido com a democracia e cobrou a responsabilização pelos crimes.
“O 8 de janeiro deve ser lembrado como a data da resistência dos democratas brasileiros contra a ação dos golpistas que, derrotados nas eleições, tentaram um golpe de estado para impor uma ditadura no país. Cabe agora a responsabilização e punição exemplar dos mentores do golpe, especialmente do ex-presidente Bolsonaro, comandante maior da intentona golpista”, afirmou Galindo.
Também estiveram presente no ato a vice-presidente do PCdoB-BA, Daniele Costa; a secretária de Igualdade Racial da Bahia, Ângela Guimarães; a deputada estadual Olívia Santana; a ex-presidente do PCdoB de Salvador, Aladilce Souza; e a presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil na Bahia, Rosa de Souza, que utilizou o púlpito para reafirmar o compromisso das centrais sindicais com a luta pela democracia.
Na ocasião, o governador Jerônimo Rodrigues comparou os atos de 8 de Janeiro de 2023 com o golpe de 1964. “Nós tivemos em 1964 um golpe que feriu direito das pessoas à individualidade. Agora, em 2016, 2017, 2018 e, mais especialmente, no ano de 2022, a gente viu um forte ataque às instituições. Precisamos assegurar a história da democracia porque é uma história jovem. O 8 de janeiro não é uma data para alimentar a discórdia ou a divergência entre os dois lados do Brasil, pelo contrário. É a nossa resistência, numa casa como esta, da Assembleia Legislativa, junto com os movimentos sociais, entendendo o papel da Constituição e a sua aplicabilidade”, destacou Jerônimo.
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Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.