Artigos
O fenômeno que só a Bahia é capaz de fazer!
Multimídia
Luiz Gavazza celebra sucesso de trios elétricos movidos a gás natural
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
georgeval alves
A sentença do ex-pastor Georgeval Alves Gonçalves condenado por estuprar e matar filho e enteado (Kauã e Joaquim) em 2018 foi anunciada nesta quarta-feira (19), no júri popular, em Linhares, no Norte do Espírito Santo. Ele recebeu a pena de 146 anos e quatro meses de prisão. A defesa do condenado disse que vai recorrer. O julgamento começou na terça-feira (18), após ser adiado no começo de abril.
Georgeval foi julgado pelas acusações de duplo homicídio qualificado, duplo estupro de vulnerável e tortura, recebendo pena de 40 anos de prisão para cada um dos meninos pelo crime de homicídio; 22 anos e seis meses de prisão para cada um dos meninos pelo crime de estupro; e 10 anos e 8 meses de prisão para cada um dos meninos pelo crime de tortura.
Apesar da condenação de mais de 140 anos, Georgeval deve passar apenas mais 25 anos preso. Isso acontece por dois motivos: pelo crime ter sido cometido em 2018, quando o limite máximo de tempo na prisão era de 30 anos e porque a pena começa a contar desde o momento em que Georgeval foi preso, o que aconteceu em 2018. Sendo assim, o ex-pastor já cumpriu 5 anos na prisão. Com a soma dos mais 25 anos da sentença, a previsão é de que ele saia da prisão em 2048.
Ao g1, o advogado criminalista Marcos Daniel Vasconcelos Coutinho disse que as penas altas são necessárias para garantir que o réu passe o período todo preso em regime fechado. "Como o crime dele foi cometido em 2018, ele só pode ficar até 30 anos preso. Se ele tivesse praticado esse crime hoje, ele poderia ficar até 40 anos preso. Mas quando sai uma pena alta, ele vai cumprir o tempo dela em regime fechado", explicou o advogado.
A morte das crianças completa cinco anos nesta sexta-feira (21).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Donald Trump
"O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao comentar que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.