Artigos
A crise nos preços do cacau e os caminhos possíveis
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
gattuso
A seleção italiana vive um momento de incerteza nas Eliminatórias Europeias, mas o técnico Gennaro Gattuso mantém o otimismo. A equipe ocupa a segunda colocação do Grupo I, posição que leva à repescagem e não garante vaga direta na Copa do Mundo de 2026.
Gattuso, no entanto, tratou o risco de eliminação com seriedade e destacou que, em caso de não classificação para a Copa do Mundo de 2026, ele sairia da Itália.
“Se não nos classificarmos para a Copa do Mundo, vou me mudar e morar longe da Itália. Já estou um pouco longe, mas vou ainda mais longe”, declarou o treinador em coletiva de imprensa.
A Itália soma três pontos a menos que a líder Noruega, que também leva vantagem expressiva no saldo de gols, 26 contra 10 da equipe italiana. Apesar disso, os italianos já asseguraram presença nos playoffs, uma vez que Israel, Estônia e Moldávia não têm mais chances matemáticas de alcançar os dois primeiros lugares. O adversário da repescagem será definido por sorteio.
As rodadas decisivas estão marcadas para os dias 13 e 16 de novembro. A Itália enfrenta a Moldávia, fora de casa, e encerra a campanha contra a Noruega, no Giuseppe Meazza, em Milão.
Após a vitória por 3 a 0 contra Israel, Gattuso destacou o empenho da equipe.
“É preciso dar os parabéns aos rapazes, inclusive ao Gigio (Donnarumma), que fez boas defesas. Pessoalmente, estou satisfeito, vi um grande espírito e estou contente por não termos sofrido gols. Fizemos o jogo que tínhamos de fazer, apesar de hoje termos tudo a perder... Playoffs? Não há descanso, esperemos que Deus nos ajude e que não percamos jogadores. Vamos fazer dois jogos sérios e tentar formar aquele núcleo compacto que consegue estar bem dentro e fora do campo”, afirmou.
Quatro vezes campeã mundial, a Itália não passa da fase de grupos de um Mundial desde 2006. Gattuso assumiu o comando em julho, substituindo Luciano Spalletti, que deixou o cargo após três derrotas consecutivas no início das Eliminatórias.
A Federação Italiana de Futebol (FIGC) anunciou neste domingo (15) Gennaro Gattuso como novo treinador da seleção principal masculina. Campeão mundial em 2006 como jogador, o ex-volante assume o comando no lugar de Luciano Spalletti, demitido após uma sequência de resultados negativos.
Com 73 jogos pela Azzurra, Gattuso esteve presente em três Copas do Mundo (2002, 2006 e 2010), duas Eurocopas (2004 e 2008) e na Copa das Confederações de 2009. “A camisa azul é como uma segunda pele para ele. A motivação, o profissionalismo e a experiência serão fundamentais para os próximos desafios”, destacou o presidente da FIGC, Gabriel Gravina.
Spalletti foi desligado no dia 8 de junho, após derrota por 3 a 0 para a Noruega nas Eliminatórias da Copa de 2026 e uma sequência de quatro partidas sem vencer. Gattuso será apresentado oficialmente na próxima quinta-feira; o tempo de contrato ainda não foi revelado.
Como técnico, Gattuso comandou dez clubes, incluindo Milan, Napoli e Olympique de Marselha. Seu único título foi a Copa da Itália 2019/2020 com o Napoli.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.