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O gol de Casemiro contra o Japão, nesta segunda-feira (29), o colocou em uma lista importante. O volante agora está entre os jogadores mais velhos a balançar as redes pela Seleção Brasileira em Copas do Mundo.
Com 34 anos, 4 meses e 6 dias, o camisa 5 só fica atrás de Bebeto, que marcou com 34 anos, 4 meses e 18 dias na Copa do Mundo de 1998. Casemiro superou nomes como Thiago Silva, Nilton Santos e Garrincha. Com a entrada do volante, Sócrates deixou o top 5 histórico.
CONFIRA O RANKING DOS MAIS VELHOS A MARCAREM PELA SELEÇÃO EM COPAS:
- Bebeto: 34 anos, 4 meses e 18 dias (Brasil 3 x 2 Dinamarca – 1998)
- Casemiro: 34 anos, 4 meses e 6 dias (Brasil 2 x 1 Japão – 2026)
- Thiago Silva: 33 anos, 9 meses e 3 dias (Brasil 2 x 0 Sérvia – 2018)
- Nilton Santos: 33 anos e 24 dias (Brasil 3 x 0 Áustria – 1958)
- Garrincha: 32 anos, 8 meses e 14 dias (Brasil 2 x 0 Bulgária – 1966)
O Mirassol terá neste sábado (9) sua primeira partida oficial realizada no Estádio do Maracanã, e o adversário que encerra o duelo válido pela última rodada do primeiro turno da competição será o Flamengo. O confronto traz um momento histórico para o clube paulista, que, mesmo em seu centenário, enfrentou poucas equipes cariocas ao longo da sua trajetória. O Flamengo será apenas o quinto adversário do Rio de Janeiro na história do Mirassol.
Para essa ocasião especial, o Mirassol anunciou, através das suas redes sociais, que vestirá um uniforme exclusivo, inspirado nas três primeiras conquistas mundiais da Seleção Brasileira — em 1958, 1962 e 1970. A camisa traz elementos que remetem à lendária era dourada do futebol nacional, especialmente o modelo usado na Copa do Mundo do México, em 1970. Assista ao vídeo de anúncio:
O passado costurou memórias. O presente veste tradição.
— Mirassol (@mirassolfc) August 8, 2025
Do tricampeonato mundial à garra do Leão, a história continua no peito.
O Leão veste história. ????????????
#SerLeão #NossaRegiãoComOLeão #PrazerMirassolFC #MeuUnicoAmor #100anos #VivendoOSonho pic.twitter.com/LvuuZ3zbOy
Embora o clube tenha sido fundado quando a seleção ainda usava o tradicional uniforme branco e azul — a icônica “Amarelinha” só surgiu nos anos 50, após a derrota para o Uruguai na Copa do Mundo de 1950 —, a escolha do modelo comemorativo faz parte de uma parceria com a Athleta, fornecedora oficial da seleção naquela época e que completa 90 anos em 2025.
O uniforme traz detalhes especiais: gola careca clássica, relevo com o primeiro escudo do Mirassol e a taça Jules Rimet — troféu conquistado definitivamente pela Seleção após o tricampeonato. Nas bordas das mangas, aparecem as três estrelas que simbolizam os títulos mundiais, adotadas oficialmente a partir da Copa de 1974. Na parte interna da camisa, há um triângulo inspirado no antigo logo da Athleta, além de um selo de autenticidade que homenageia Gerson, o “Canhotinha de Ouro”, campeão em 1970.
A nova camisa do Mirassol, inspirada no tricampeonato mundial da Seleção Brasileira (1958, 1962 e 1970). A estreia será no Maracanã, amanhã, no jogo contra o Flamengo.
— Planeta do Futebol ???? (@futebol_info) August 8, 2025
Aprovada?
???? @EstadaoEsporte
???? Pedro Zacchi/Astra Midia pic.twitter.com/NEMvvF1PLw
As camisas comemorativas serão comercializadas em edição limitada, numeradas individualmente, pelo preço de R$ 329, e podem ser adquiridas nos sites da Athleta e do Mirassol.
Além do Flamengo, o Mirassol já enfrentou outros quatro clubes do Rio. Em sua estreia na elite nacional, a equipe venceu o Vasco da Gama por 3 a 2 no Estádio Maião. Os duelos contra Botafogo e Fluminense, previstos para o primeiro turno, foram adiados devido ao Mundial de Clubes e ainda não têm data para serem realizados.
Até o momento, o Mirassol ocupa a quinta colocação no Campeonato Brasileiro, sendo o segundo melhor clube paulista na competição, atrás apenas do Palmeiras, que está em terceiro lugar.
Morreu nesta quarta-feira (22), o ex-jogador do Bahia, Botafogo e da Seleção Brasileira, Othon Valentim, aos 80 anos de idade.
Valentim atuou inicialmente pelo Ribeiro Junqueira e no Rosário Central, no futebol do interior, mas foi pelo Botafogo que fez grande sucesso como jogador.
Othon fez parte do time principal do Fogão e atuou ao lado de Garrincho, Nilton Santos, Jairzinho, Zagalo, Amarildo e Gerson, considerados grandes ídolos do Glorioso. Pela Seleção Brasileira, atuou nos Jogos Olímpicos do Japão de 1964, em Tóquio, e foi campeão Pan-Americano Sub-20.

Foto: Acervo Pessoal
O ex-atacante já atuou por Internacional, Bahia, Goiânia e teve passagem pela Colômbia, especificamente no Junior Barranquilla, onde jogou com nomes como Paulo Cesar Caju, Escurinho, ex-Fluminense, e Dida, ex-Flamengo.
Também exercendo a função de treinador, o ex-ponta já substituiu Zagallo quando treinou o Al-Hilal e em 1989 treinou o Fluminense, onde perdeu apenas um jogo em 13 partidas disputadas.
Nascido na cidade de Leopoldina em 1943, o ex-jogador é filho de Othon Fernandes Valentim e Alice Rodrigues Valentim. O velório do ex-atleta ocorreu às 16h, na Capela Mortuária do Cemitério Municipal Nossa Senhora do Carmo, em sua cidade natal. O sepultamento ocorre às 10h da manhã desta quinta-feira (23).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.