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gang do samba
Rosiane Pinheiro, ex-dançarina do grupo de pagode baiano Gang do Samba, desabafou, na última terça-feira (11), sobre não ter recebido apoio quando sofria de depressão. A ex-A Fazenda contou, através de seus stories, sobre chegar a pesar 100 kg durante o período.
Ao ser perguntada por seus seguidores sobre como enfrentou a doença, Rosiane contou que as pessoas que estavam ao seu lado durante a fase só a “deixavam ainda pior”. “Tive apoio de Deus! Porque até as pessoas que estavam ainda pior, as pessoas são cruéis! Foi uma fase muito dificil, mas ali eu aprendi muito também”, compartilhou.
“Durante muito tempo eu me calei com muitos comentários, eu ficava mal, chorava muito, depressiva, com crise de ansiedade, dentre outras coisas. Ficava sem saber o porquê e tanto ataque, uma pessoa vir da opinião no que você não pediu”, desabafou a ex-dançarina.
Segundo Rosiane, os ataques na internet sobre a aparência de seu corpo também a afetaram psicologicamente. Recentemente, a ex-A Fazenda se defendeu de um desses ataques em uma publicação no Instagram. “Olha que ousadia dessa safada. Cheia de celulite, mas 50 anos, poderosa e gostosa. Você paga o meu mercado? Paga a minha academia?”, rebateu.
Aos 50 anos, a ex-dançarina realizou no início do último mês uma lipo HD e um enxerto nos glúteos e nas partes íntimas. À Quem, Rosiane revelou ter pedido a realização do procedimento ao médico responsável. "Pedi para o Dr. Lucas Guimarães fazer um enxerto na vagina também porque me incomodava o aspecto de antes e agora tá linda, parecendo um moranguinho", compartilhou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.