Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
gabriela spanic
A atriz venezuelana Gabriela Spanic revelou que foi convidada para participar do reality show “A Fazenda 17”, apresentado por Adriana Galisteu e exibido pela Record. Ela ficou conhecida nos anos 90, principalmente por protagonizar a novela "A Usurpadora", exibida no Brasil pelo SBT.
Conforme a coluna “Outro Canal”, da Folha de São Paulo, Gabriela está no Brasil para uma série de shows musicais e encontro com fãs. Na última terça (5), ela esteve no SBT para uma agenda de gravações em programas. Ela esteve em atrações como o The Noite com Danilo Gentili e no Programa do Ratinho.
Nos intervalos das gravações, segundo apurou a coluna, Gabriela Spanic respondeu a algumas perguntas sobre sua relação com o Brasil e contou que foi convidada pela Record para estar em A Fazenda 17. Ela disse também que não havia assinado contrato ainda.
Spanic contou que está analisando a proposta e vai avaliar se uma possível participação no reality pode ser positiva para a sua carreira. A atriz tem 51 anos e nunca ficou tanto tempo em participações no Brasil.
Caso tope o convite, não será seu primeiro reality show. No México e nos Estados Unidos, ela já participou de La Casa de los Famosos e do Dancing with the Stars, versão original da Dança dos Famosos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.