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gabriel menino
O Santos encaminhou a contratação de Gabriel Menino, do Atlético-MG, por empréstimo, para a temporada de 2026. O acordo entre os clubes ainda terá uma cláusula de compra em caso de bom desempenho do jogador com a camisa do Peixão.
Aos 25 anos, o atleta, revelado pelo Palmeiras, poderá ser substituto de Victor Hugo, em caso de saída do jogador, que tem sua venda encaminhada pelo Flamengo para o Galo.
A compra do meio-campista Victor Hugo valeu cerca de 2,5 milhões de dólares por 50% dos direitos econômicos do jogador, que pertence ao Rubro-Negro.
Gabriel Menino será o segundo reforço do Santos para a próxima temporada. O primeiro já anunciado foi a volta do atacante Gabigol, que deve estrear no próximo sábado (9), contra o Novorizontino, a partir das 16h, na Vila Belmiro.
O Atlético-MG foi alvo de notificações extrajudiciais nesta terça-feira (22) por parte dos jogadores Gabriel Menino, Igor Gomes e Júnior Santos, que cobram o clube por pendências relacionadas ao pagamento de direitos de imagem e premiações. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornalista Heverton Guimarães.
Além do trio, o atacante Rony também acionou o clube na Justiça e solicitou a rescisão de contrato. Segundo o jornalista Guilherme Frossard, o jogador cobra não apenas direitos de imagem e premiações, mas também luvas e comissões destinadas a seus representantes.
O clube mineiro enfrenta dificuldades financeiras nos últimos meses, com atrasos recorrentes em salários e repasses de prêmios aos atletas, incluindo valores referentes à conquista do Campeonato Mineiro.
Gustavo Scarpa também foi um dos atletas que notificou o Galo judicialmente, mas diferente de Rony, o camisa 10 não solicitou a quebra do vínculo contratual, apesar de também ter recorrido ao Judiciário para cobrar os débitos. O Atlético-MG ainda não se pronunciou oficialmente sobre as cobranças.
O meio-campista Gabriel Menino recebeu uma homenagem no último sábado (4), na Academia de Futebol, em sua despedida do Palmeiras antes de embarcar para sua nova jornada no Atlético-MG. Em uma cerimônia tomada pela emoção do jogador, ele esteve ao lado dos troféus que ajudou a conquistar desde 2020, quando foi promovido ao elenco profissional do clube alviverde. Veja:
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, entregou a Gabriel uma placa comemorativa, uma camisa alusiva aos 245 jogos disputados pelo Verdão e um quadro estilizado com as taças erguidas por ele ao longo de sua trajetória no clube.
“Sempre serei grato ao Palmeiras. Foi o clube que abriu as portas para eu ser o profissional que sou hoje e que realizou os meus primeiros sonhos. Foi uma honra e uma imensa alegria ter vestido esta camisa maravilhosa. O Palmeiras vai ficar sempre no meu coração, principalmente os torcedores e as pessoas que trabalham no dia a dia para o clube ser o que é hoje. Não é um adeus, é um até breve”, declarou Menino, emocionado.

Foto: Divulgação/Palmeiras
Leila Pereira também deixou suas palavras de reconhecimento ao atleta, destacando a importância de sua passagem pelo clube e reafirmando que as portas do Alviverde Paulsita continuarão abertas para ele. “O Gabriel Menino ajudou o Palmeiras em diversas conquistas e, por isso, fiz questão de estar presente neste momento especial. Não é uma despedida, é um até logo. O seu sucesso é o nosso sucesso, afinal você nunca vai deixar de ser uma Cria da Academia”, afirmou a dirigente.
Gabriel Menino chegou ao Palmeiras em 2017, aos 16 anos, após se destacar no Guarani. Promovido ao elenco principal em 2020, ele acumulou bons números pelo clube, conquistando um total de dez títulos. Com 245 jogos disputados, Gabriel ocupa a 62ª posição entre os jogadores que mais vezes vestiram a camisa alviverde, empatado com o ex-atacante Evair. Além disso, marcou 18 gols em sua trajetória no Porco.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.