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gabriel medina
O brasileiro Italo Ferreira voltou a levantar um troféu no Championship Tour da World Surf League (WSL). Na noite deste domingo (24), o potiguar conquistou o título da etapa da Nova Zelândia após derrotar o australiano Morgan Cibilic por 17.50 a 15.80 na grande final disputada em Raglan.
O triunfo marcou a 11ª vitória de Italo em etapas do CT e colocou o campeão olímpico pela primeira vez na liderança do ranking mundial da temporada 2026. A conquista veio em um dia movimentado no mar neozelandês. Durante a semifinal entre Italo e Yago Dora, a bateria precisou ser interrompida por cerca de quatro horas após um fotógrafo da WSL sofrer um ataque de um animal marinho. A entidade não confirmou oficialmente se o caso envolveu um tubarão ou um leão-marinho, mas retirou imediatamente atletas e equipe da água por segurança.
Na retomada da disputa, Italo mostrou por que é considerado um dos maiores especialistas em aéreos do circuito. Depois de superar Yago na semifinal, o brasileiro foi dominante na decisão, encaixando combinações de manobras aéreas que renderam notas 9.33 e 8.17 dos juízes. Antes da etapa da Nova Zelândia, seu melhor resultado em 2026 havia sido uma semifinal em Margaret River, na Austrália.
Com a vitória, o topo do ranking masculino da WSL passou a ser dominado por brasileiros. Miguel Pupo aparece em segundo lugar, enquanto Gabriel Medina caiu para a terceira posição. Yago Dora completa o top-4 da temporada.
Na chave feminina, a havaiana Carissa Moore ficou com o título ao vencer Sawyer Lindblad na final. Já a brasileira Luana Silva perdeu a liderança do ranking após ser eliminada nas oitavas de final.
Agora, o circuito mundial deixa a Oceania e segue para El Salvador. A próxima etapa será disputada em Punta Roca, entre os dias 5 e 15 de junho, antes da realização do Rio Pro, em Saquarema.
A World Surf League divulgou as baterias do Bonsoy Gold Coast Pro 2026, terceira etapa do Championship Tour. A janela de competição começa na próxima quinta-feira (30), às 18h30 (horário de Brasília), na Austrália.
O evento contará com dez brasileiros, incluindo nomes da chamada “Brazilian Storm”, que chegam após início de temporada com resultados nas primeiras etapas do circuito.
O único representante do país no Round 1 masculino será Mateus Herdy, que enfrenta o australiano Reef Heazlewood. Em caso de vitória, o brasileiro avança para encarar Griffin Colapinto na fase seguinte.
Os demais brasileiros entram diretamente no Round 2. Gabriel Medina aguarda o vencedor entre Morgan Cibilic e Ramzi Boukhiam. Yago Dora e Ítalo Ferreira também estreiam nesta fase contra adversários vindos da primeira rodada.
Entre os confrontos definidos, destaque para o duelo entre Samuel Pupo e João Chianca. Já Miguel Pupo encara Eli Hanneman, enquanto Filipe Toledo enfrenta Cole Houshmand. Alejo Muniz terá pela frente o australiano George Pittar.
No feminino, Luana Silva inicia a participação no Round 2 e aguarda a vencedora de uma das baterias da fase inicial.
O Brasil acumula títulos na etapa de Gold Coast. Gabriel Medina venceu em 2014, Filipe Toledo conquistou o evento em 2015, e Ítalo Ferreira foi campeão em 2019.
Confira abaixo a classificação completa da WSL 2026 após as duas primeiras etapas:
Masculino
Gabriel Medina (BRA) – 13.885
George Pittar (AUS) – 13.320
Miguel Pupo (BRA) – 13.320
Yago Dora (BRA) – 12.545
Samuel Pupo (BRA) – 10.830
Griffin Colapinto (EUA) – 9.405
Ítalo Ferreira (BRA) – 9.405
Kanoa Igarashi (JAP) – 8.065
Leonardo Fioravanti (ITA) – 8.065
Crosby Colapinto (EUA) – 5.745
Barron Mamiya (HAV) – 5.745
Joel Vaughan (AUS) – 5.745
Ethan Ewing (AUS) – 5.745
Filipe Toledo (BRA) – 4.320
Rio Waida (INA) – 4.320
Jordy Smith (AFS) – 4.320
Marco Mignot (FRA) – 4.320
João Chianca (BRA) – 4.320
Tyler Wright (AUS) – 3.000
Tya Zebrowski (FRA) – 2.000
Bella Kenworthy (EUA) – 2.000
Brisa Hennessy (CRC) – 2.000
Stephanie Gilmore (AUS) – 2.000
Jake Marshall (EUA) – 4.320
Connor O’Leary (JAP) – 4.320
Jack Robinson (AUS) – 4.320
Alejo Muniz (BRA) – 4.320
Liam O’Brien (AUS) – 3.820
Kauli Vaast (FRA) – 2.000
Eli Hanneman (HAV) – 2.000
Seth Moniz (HAV) – 2.000
Cole Houshmand (EUA) – 2.000
Morgan Cibilic (AUS) – 2.000
Alan Cleland (MEX) – 2.000
Ramzi Boukhiam (MAR) – 1.500
Luke Thompson (AFS) – 1.500
Mateus Herdy (BRA) – 1.500
Callum Robson (AUS) – 1.000
Oscar Berry (AUS) – 1.000
Feminino
Gabriela Bryan (HAV) – 14.745
Lakey Peterson (EUA) – 14.745
Molly Picklum (AUS) – 12.545
Luana Silva (BRA) – 12.545
Caitlin Simmers (EUA) – 10.830
Isabella Nichols (AUS) – 8.085
Alyssa Spencer (EUA) – 7.085
Sawyer Lindblad (EUA) – 7.085
Carissa Moore (HAV) – 6.745
Caroline Marks (EUA) – 6.745
Bettylou Sakura Johnson (HAV) – 6.745
Erin Brooks (CAN) – 4.000
Sally Fitzgibbons (AUS) – 4.000
Francisca Veselko (POR) – 4.000
Vahine Fierro (FRA) – 3.000
Nadia Erostarbe (ESP) – 3.000
Anat Lelior (ISR) – 3.000
Yolanda Hopkins (POR) – 3.000
O brasileiro Gabriel Medina ficou perto de encerrar um jejum de três anos sem títulos no circuito mundial, mas foi superado na final da etapa de Margaret River Pro, na Austrália, disputada na madrugada deste domingo (26) (tarde local). O tricampeão mundial perdeu para o australiano George Pittar, de 23 anos, por 15,17 a 12,46.
A decisão foi marcada por controvérsia envolvendo a prioridade de escolha de ondas antes da maior nota da bateria, um 9,00 obtido por Pittar. Com o resultado, o surfista australiano conquistou o primeiro título da carreira no Championship Tour.
Para levantar o troféu, Pittar superou uma sequência de quatro campeões mundiais brasileiros: Filipe Toledo, Yago Dora, Ítalo Ferreira e o próprio Medina na final.
Apesar do vice-campeonato na segunda etapa da temporada 2026, Medina assumiu a liderança do ranking mundial, com 13.885 pontos. Pittar aparece na segunda colocação, empatado com Miguel Pupo, ambos com 13.320 pontos, mas o australiano leva vantagem nos critérios de desempate.
A próxima etapa do circuito será realizada também na Austrália, na Gold Coast, com início previsto para a próxima quinta-feira. O Brasil segue com forte presença no topo do ranking: além de Medina e Miguel Pupo, Yago Dora ocupa a quarta posição, enquanto Samuel Pupo aparece em quinto.
No feminino, Luana Silva também terminou como vice em Margaret River e ocupa atualmente a quarta colocação na temporada.
Maior vencedor brasileiro em etapas do circuito, com 17 títulos, Medina não conquista um evento desde abril de 2023, quando venceu justamente em Margaret River. A final deste domingo marcou o retorno do surfista a uma decisão após dois anos e oito meses. A última havia sido em Teahupoo, no Taiti, em agosto de 2023, quando foi derrotado por Jack Robinson.
O Brasil manteve o protagonismo na etapa de Margaret River do Circuito Mundial de Surfe e garantiu forte presença nas quartas de final. Com cinco atletas classificados, o país volta ao mar nesta quinta-feira (23), às 20h (horário de Brasília), em busca de vagas nas semifinais da competição realizada na Austrália.
A chamada “Brazilian Storm” confirmou o bom momento mesmo em condições adversas, com mar irregular e ventos fortes, fatores que elevaram o nível de dificuldade das baterias. Ainda assim, os brasileiros conseguiram avançar e dominar a fase decisiva do evento.
Entre os classificados estão Gabriel Medina, Samuel Pupo, Yago Dora e Ítalo Ferreira no masculino, além de Luana Silva no feminino. O grupo avançou após bater adversários em confrontos marcados por equilíbrio e poucas oportunidades de pontuação.
Um dos destaques foi Medina, que venceu uma bateria considerada difícil contra o australiano Jack Robinson. Após o confronto, o tricampeão mundial afirmou: “Estava difícil de surfar, senti que estava tentando sobreviver, mas estou feliz com a vitória. É difícil quando o vento está assim, espero que tenhamos melhores condições para poder performar, mas estamos aqui para isso também.”
Samuel Pupo também chamou atenção ao conseguir uma virada nos minutos finais, enquanto Yago Dora e Ítalo Ferreira confirmaram o favoritismo em suas baterias. No feminino, Luana Silva avançou com consistência e segue como representante brasileira na disputa entre as mulheres.
Com os confrontos definidos, a competição aguarda melhores condições do mar para a realização das quartas de final. A próxima chamada colocará novamente os brasileiros em ação, mantendo o país como um dos principais destaques da etapa australiana do circuito mundial.
As disputas das oitavas de final da etapa de Margaret River da World Surf League foram adiadas na última sexta-feira (17) por causa das condições do mar na costa australiana. A organização confirmou nova chamada para as 6h50 no horário local (19h50 de Brasília) deste sábado (19).
O Brasil chega com forte presença na fase eliminatória masculina. Seis atletas seguem na briga por vaga nas quartas de final: Gabriel Medina, Samuel Pupo, Italo Ferreira, Yago Dora, João Chianca e Miguel Pupo.
Entre os confrontos mais aguardados da bateria masculina está o duelo brasileiro entre Italo Ferreira e João Chianca, que garante ao país ao menos um representante na próxima fase. Outro destaque é o embate de Gabriel Medina contra o australiano Jack Robinson, atual um dos nomes fortes da etapa.
ÚNICA BRASILEIRA NO FEMININO
Na chave feminina da etapa australiana, o Brasil segue representado apenas por Luana Silva. A surfista terá pela frente a australiana Sophie McCulloch em busca de vaga nas quartas de final.
A etapa de Margaret River é considerada uma das mais desafiadoras do circuito mundial por causa das condições variáveis do mar e costuma ter impacto importante na definição dos classificados para a reta decisiva da temporada.
Confrontos das oitavas – masculino
Samuel Pupo x Kanoa Igarashi
Liam O'Brien x Joel Vaughan
Crosby Colapinto x Griffin Colapinto
Gabriel Medina x Jack Robinson
Yago Dora x Connor O'Leary
George Pittar x Leonardo Fioravanti
Italo Ferreira x João Chianca
Miguel Pupo x Morgan Cibilic
Confrontos das oitavas – feminino
Gabriela Bryan x Yolanda Hopkins
Bettylou Sakura Johnson x Sawyer Lindblad
Caroline Marks x Francisca Veselko
Lakey Peterson x Erin Brooks
Molly Picklum x Sally Fitzgibbons
Sophie McCulloch x Luana Silva
Caitlin Simmers x Vahine Fierro
Isabella Nichols x Carissa Moore
O Brasil foi destaque no circuito da World Surf League (WSL) e emplacou uma rodada dominante em Margaret River, na Austrália, na madrugada desta quinta-feira (16). Ao fim das disputas, cinco surfistas garantiram vaga nas oitavas de final, mantendo a chamada Brazilian Storm como protagonista da etapa.
O principal nome do dia foi Gabriel Medina. Sem sofrer pressão, o tricampeão mundial controlou a bateria contra Alan Cleland e construiu a vitória com consistência nas duas melhores ondas, avançando sem sustos.
O embalo brasileiro seguiu com Samuel Pupo, que teve uma das atuações mais sólidas da rodada ao abrir larga vantagem sobre Cole Houshmand. Na sequência, Ítalo Ferreira precisou de precisão nos detalhes para superar Ramzi Boukhiam em uma bateria definida por mínima diferença.
Yago Dora confirmou o bom momento ao bater Jacob Willcox, enquanto João Chianca venceu um confronto equilibrado contra Jake Marshall. Fechando o dia, Miguel Pupo garantiu mais um resultado positivo ao superar Morgan Cibilic.
Se por um lado o Brasil acumulou classificações, por outro teve baixas relevantes. Filipe Toledo acabou eliminado em uma disputa acirrada contra George Pittar, enquanto Alejo Muniz não conseguiu avançar diante de Ethan Ewing. Mateus Herdy já havia se despedido ainda na fase inicial.
Entre as mulheres, Luana Silva já tem confronto definido na próxima fase. Ela enfrentará Sophie McCulloch, que avançou após vencer um duelo equilibrado entre surfistas australianas.
As oitavas de final terão um confronto direto entre brasileiros, com Ítalo Ferreira enfrentando João Chianca. Já Medina terá pela frente Jack Robinson, na etapa australiana.
O brasileiro Miguel Pupo conquistou, neste fim de semana, o título da etapa de Bells Beach, na Austrália, na abertura da temporada 2026 do Circuito Mundial de Surfe.
Na decisão, disputada entre dois brasileiros, Pupo superou Yago Dora por 15.60 a 13.90 na somatória das ondas, garantindo sua primeira vitória na tradicional etapa australiana.
Yago Dora começou melhor a final, abrindo vantagem, mas viu o adversário reagir com uma onda avaliada em 8.10, que foi decisiva para a virada no confronto.
Nos momentos finais, Dora ainda tentou buscar a recuperação, mas conseguiu apenas 5.37 em sua última tentativa, insuficiente para retomar a liderança.
Além da final brasileira, o país também teve destaque nas semifinais com a presença de Gabriel Medina, que também chegou entre os quatro melhores da etapa. No feminino, o título ficou com a havaiana Gabriela Bryan.
Após três dias de paralisação por falta de ondas, a etapa de abertura do Circuito Mundial da WSL foi retomada em Bells Beach, na Austrália, com bom desempenho dos surfistas brasileiros. No retorno da competição, Yago Dora, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Gabriel Medina e Samuel Pupo venceram suas baterias no round 2 e garantiram vaga nas oitavas de final.
O grupo se junta a Miguel Pupo e Alejo Muniz, que já haviam avançado antes da interrupção do evento. Até o momento, apenas João Chianca e Mateus Herdy foram eliminados — este último superado por Yago Dora.
A competição chegou a ser suspensa novamente após a bateria 14 do round 2. A expectativa é de que a disputa seja retomada por volta da meia-noite desta quarta-feira. Samuel Pupo ainda aguarda sua estreia oficial na etapa, em confronto com o australiano Jack Robinson, pela bateria 16.
No feminino, Luana Silva já está classificada para as oitavas de final e enfrentará a australiana Tyler Wright em busca de vaga entre as oito melhores.
Entre os destaques do dia, Gabriel Medina teve atuação consistente diante do mexicano Alan Cleland. Em condições com poucas ondas, o tricampeão mundial somou 6,50 e 5,60, fechando a bateria em 12,10 contra 3,67 do adversário. Após essa disputa, a organização voltou a interromper o evento por cerca de 40 minutos e transferiu a sequência das baterias para o pico alternativo de Winkipop, nas proximidades de Bells Beach.
Maior referência do surfe brasileiro, Gabriel Medina está de volta ao principal circuito da modalidade, o Championship Tour da WSL. Aos 32 anos, o atleta inicia a temporada 2026 motivado a buscar o quarto título mundial após um período afastado das competições.
Fora de ação desde os Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando conquistou a medalha de bronze, o surfista passou por cirurgia no ombro esquerdo e ficou distante das disputas ao longo de 2025. Agora recuperado, ele celebrou, em entrevista ao Globo Esporte, o retorno ao alto nível e a retomada da rotina esportiva.
"Não é comum a gente ficar em casa, ter uma rotina de um ser humano normal. Então, foi gostoso. Mas, agora, eu estou com saudade da minha vida de atleta, acordar cedo, dormir cedo, me alimentar bem", afirmou Medina.
A nova temporada terá início na próxima terça-feira (31), em Bells Beach, na Austrália, tradicional palco de etapas da elite mundial.
Durante o período afastado, Medina também passou por mudanças na vida pessoal. Desde agosto do ano passado, o atleta mantém relacionamento com a influenciadora Isabella Arantes, fator que, segundo ele, tem contribuído positivamente para seu momento fora d’água.
"Eu estou namorando, estou amarradão, e isso é um ponto positivo pra mim. Na verdade, a vida é sobre isso, né? A gente estar feliz independentemente do que aconteça. Hoje, eu me sinto completo. O que eu tenho feito mesmo é treinar e surfar. Eu chego em casa e ainda tenho uma parceira para tudo", comentou.
O surfista também destacou que a fase pessoal tem impacto direto em sua motivação competitiva. Questionado sobre o desempenho dentro d’água, Medina associou o bom momento à relação.
"O Gabriel apaixonado… É que eu gosto de me exibir para minha namorada né. Então, eu vou dar trabalho", declarou.
Tricampeão mundial (2014, 2018 e 2021), Medina retorna ao circuito como um dos principais nomes da temporada e reforça as expectativas da torcida brasileira por novos títulos.
O tricampeão mundial de surfe Gabriel Medina anunciou por meio das redes sociais, nesta quarta-feira (25), Adriano de Souza, o "Mineirinho", como seu novo técnico. A informação, que confirma o campeão mundial de 2015 no comando da equipe, foi antecipada pelo ge.
Mineirinho se aposentou das competições em 2021 e, desde então, passou a atuar como treinador.
Medina volta ao mar após se recuperar de uma cirurgia realizada em janeiro de 2025. O atleta treinava em Maresias quando sofreu uma lesão no tendão do ombro esquerdo.
Em sua trajetória como técnico, Mineirinho orientou nomes como Tatiana Weston-Webb, Miguel Pupo e Alejo Muniz. Ele também esteve à frente da seleção olímpica italiana de surfe.
O surfista tem o seu primeiro compromisso da temporada entre os dias 1 e 11 de abril, na etapa de abertura do Circuito Mundial, em Bells Beach, na Austrália.
Gabriel Medina retornará ao Championship Tour a partir de 2026. Nesta quinta-feira (20), o tricampeão mundial recebeu da WSL o Season Wildcard, que garante vaga em todas as etapas do circuito. Em 2025, o surfista ficou fora do Tour para se recuperar de uma lesão no ombro.
A volta marca mais um capítulo de uma trajetória iniciada em 2011, quando estreou como convidado e rapidamente se consolidou entre os principais nomes do surfe mundial. Desde então, Medina acumulou 18 vitórias em etapas e três títulos mundiais.
O retorno foi celebrado pela própria WSL. “É uma grande notícia saber que Gabriel Medina vai retornar ao Championship Tour em 2026 [...] Sua presença sempre fez muita falta no CT, não apenas pelo nível técnico que ele entrega em cada bateria, mas pela energia, pela competitividade e pelo impacto que tem dentro e fora da água”, afirmou Ivan Martinho, presidente da entidade na América Latina.
Além dos resultados, Medina teve papel decisivo na ascensão brasileira no cenário internacional. Primeiro atleta do país a conquistar o título mundial masculino, tornou-se símbolo da Brazilian Storm e abriu caminho para uma geração que transformou a presença sul-americana no Tour e também no ambiente olímpico.
A temporada 2026 da WSL começará em abril, em Bells Beach, na Austrália. O circuito seguirá com etapas tradicionais como Margaret River, Teahupo?o, Saquarema, J-Bay, El Salvador e Trestles, encerrando-se no Havaí, com o retorno do Pipe Masters em dezembro.
O surfista Gabriel Medina encerrou dias de descanso na Península de Maraú, na Bahia, e usou as redes sociais no último sábado (30) para compartilhar registros da viagem. O atleta permaneceu no estado baiano por alguns dias e abriu o álbum de fotos com momentos ao lado da nova namorada, Isabella Arantes, e da irmã, Sophia Medina.
“Obrigado, Baheaaa, por esses dias! Amigos & família, muito bem recepcionado e energia recarregada. Até a próxima”, escreveu o surfista, que também mostrou as paisagens do litoral baiano.
O tricampeão mundial de surfe esteve em Taipu de Fora, onde se hospedou no exclusivo Villa Kandui, hotel boutique à beira-mar, com vilas de charme e piscinas privativas.
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O tricampeão mundial de surfe Gabriel Medina ainda não competiu em 2025. No início do ano, o atleta sofreu uma lesão no tendão do músculo peitoral maior do ombro esquerdo, enquanto se preparava para a primeira etapa da WSL (Liga Mundial de Surfe). Ele passou por uma cirurgia em janeiro e vem realizando um intenso processo de recuperação física, com expectativa de retorno para agosto, na etapa de Teahupo’o, no Taiti.
Reabilitação gradual
Durante todo o processo de recuperação, Medina foi acompanhado pelo fisioterapeuta esportivo Alexander Rehder, especialista da Sonafe Brasil (Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física). A reabilitação começou desde os primeiros dias pós-cirurgia, mesmo durante o período em que o atleta usava tipoia. Com foco na manutenção do condicionamento, Medina seguiu ativo, realizando treinos com bicicleta ergométrica e exercícios com membros inferiores e contralaterais.
A evolução do tratamento permitiu a transição para atividades aquáticas, começando por natação e, posteriormente, sessões controladas de surfe na piscina de ondas do Beyond The Club, em São Paulo. “Trabalhamos aos poucos, simulando movimentos de remada no mar e garantindo que ele estivesse com força e cicatrização adequadas antes de liberar o retorno ao surfe em ambiente natural”, explicou Rehder.
Retorno em local simbólico
O Taiti é um lugar especial na carreira de Medina. Foi em Teahupo’o que ele venceu em 2014, abrindo caminho para seu primeiro título mundial, e onde conquistou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris, realizados em 2024. A equipe médica e técnica está otimista com o retorno em agosto, mas reforça que o foco atual é intensificar a preparação física:
“Agora a palavra de ordem é treinar mesmo”, disse Rehder. “Queremos deixá-lo bem equilibrado em relação à força muscular. O tempo de retorno dependerá muito do Gabriel, mas estamos confiantes.”
Com cerca de dois meses até a próxima etapa, Medina tem pela frente uma corrida contra o tempo, mas com foco, disciplina e histórico de superação, o retorno à elite do surfe está cada vez mais próximo.
O tricampeão mundial de surfe Gabriel Medina não disputará a temporada 2025 da Liga Mundial de Surfe (WSL). O atleta, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos de Paris-2024, sofreu uma lesão no tendão do músculo peitoral maior do ombro esquerdo durante um treinamento na Praia de Maresias, em São Sebastião, na última quinta-feira (9).
Medina passou por uma cirurgia neste sábado (11), no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O procedimento foi bem-sucedido, mas o surfista deverá ficar afastado das competições por um período de 6 a 8 meses. A previsão é de que ele retome os treinos dentro de, no mínimo, 4 meses.
Em publicação nas redes sociais, Medina falou sobre a situação e tranquilizou os fãs:
"Escrevendo só pra dizer a vocês que está tudo bem por aqui! Na quinta em Maresias sofri uma lesão no peitoral e hoje (sábado) pela manhã passei por um procedimento cirúrgico para iniciar o tratamento dessa lesão. Deu tudo certo e já estamos olhando para o período de recuperação e próximos passos. Estava me preparando e muito focado para a temporada 2025, mas infelizmente ficarei fora por um tempo. Foco total agora na minha recuperação pra voltar mais forte. Tudo acontece como tem que acontecer”, escreveu o atleta no Instagram.
Com o afastamento, Medina perderá toda a temporada de 2025 da WSL, focando exclusivamente em sua recuperação.
Em evento que marcava o lançamento de piscinas com ondas, para 2025, na zona sul de São Paulo, os surfistas brasileiros Gabriel Medina e Filipinho falaram sobre a preferência de ambos os atletas por ondas artificiais nos Jogos de Los Angeles 2028, nesta sexta-feira (8). Nas Olimpíadas de Paris, Medina ficou mais de 20 minutos sem ondas e ficou com a medalha de prata na final contra o australiano Jack Robinson.
O comitê organizador do megaevento ainda não confirmou o local das disputas de surfe nos próximos Jogos Olímpicos, contudo, há especulações de que as piscinas com ondas artificiais podem ser usadas.
“A gente tem que estar pronto para qualquer situação. Eu gosto da piscina. Eu amo o mar. Claro que eu tive uma situação que eu nunca passei na minha vida. Que foi agora em Teahupo'o. Que não veio onda. Faz parte. O mar tem o seu lado misterioso, que é legal, que deixa o esporte legal. A piscina de onda é algo mais certo, mais performance. Os dois seriam legais. Nos Estados Unidos, eu escolheria uma piscina. Se for no Havaí, eu fico com o Havaí”, afirmou o surfista.
Para 2025, os brasileiros bateram recorde no circuito mundial com 11 atletas no masculino e Tati Weston-Webb, no feminino. Outra novidade sobre a competição é que o Finals será realizado em Cloudbreak, em Fiji, de 27 de agosto a 4 de setembro.
Atendendo a pedidos dos fãs, a Tilibra anunciou que vai produzir cadernos com capa da foto que mostra o surfista Gabriel Medina “voando” após uma onda no mar de Teahupo'o, no Taiti.
A foto pertence ao fotógrafo francês Jérôme Brouillet, da Agence France-Press e foi tirada durante disputa das oitavas de final do surfe, nas Olimpíadas de Paris-2024, contra o japonês Kanoa Igarashi. O registro mostra o brasileiro comemorando após pegar um tubo que valeu a nota 9.9, a maior da história da competição olímpica.
A novidade foi anunciada neste domingo (4) no perfil oficial da Tilibra no Instagram. “Podem comemorar, é real”, escreveu a página da marca na rede social.
A Associação Internacional de Surfe (ISA), anunciou na tarde desta quinta-feira (01), que removeu o árbitro Ben Lowe dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. A decisão ocorreu após uma foto vazada do juiz australiano com o surfista Ethan Ewing, da Itália, que pode encontrar Gabriel Medina ou João Chianca, do Brasil, durante a próxima fase do torneio de surfe. Confira parte do pronunciamento da ISA abaixo:
"A ISA, Associação Internacional de Surfe, anunciou que removeu o árbitro Ben Lowe do quadro da Olimpíada de Paris-2024. A decisão foi após circular uma foto do homem com o surfista italiano Ethan Ewing, que pode cruzar o caminho dos brasileiros Gabriel Medina ou João Chianca no torneio olímpico, na próxima fase".
A foto em destaque foi tirada entre os dias de folga das Olimpíadas. Além dos dois envolvidos, o técnico da Austrália, Bede Durbidge, também esteve no registro. O surfista Pedro Scooby chegou a utilizar as suas redes sociais para viralizar a foto do jurado com Ethan Ewing, ambos da mesma nacionalidade e também relembrou que o jurado há havia prejudicado os brasileiros nos Jogos de Tóquio-2020.
"Lá em Tóquio, um juiz deu as notas mais altas para os adversários do Medina e as notas mais baixas para ele nas baterias. Foi feita uma reclamação formal para o Comitê Olímpico Internacional (COI), e os caras não fizeram nada. Este cara está aqui [em Teahupoo, no Taiti], de novo. Hoje, eu recebi uma foto dele abraçado com Ethan [Ewing], que é o cara se passar, e o Medina também passar, eles podem se enfrentar na semifinal", comentou Scooby em suas redes sociais.
A federação de surfe também reafirmou que comunicou a todos os juízes e equipes para lembrá-los de suas responsabilidades em relação ao comportamento adequado.
Quatro brasileiros estrearam com vitória na etapa de Margaret River, na Austrália. Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Caio Ibelli e Samuel Pupo avançaram de fase no torneio australiano. Eles brigam para escapar do corte e seguir na disputa do título do Circuito Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês), onde apenas os 22 primeiros do ranking seguirão participando das etapas restantes da temporada.
Ocupando o 20º lugar, Medina foi o primeiro a entrar no mar. Ele conquistou um belo 8.50 em sua primeira onda e somou 15.000 pontos vencendo a bateria, que contou com o também brasileiro Deivid Silva (33º), que acabou ficando em terceiro atrás do australiano Jack Robinson e vai disputar a repescagem. Depois, foi a vez de Ítalo Ferreira (19º) que recebeu dois 8.50 e cravou 17.00 pontos vencendo a sétima bateria contra o japonês Kanoa Igarashi e o australiano Callum Robson. Na bateria 8, Caio Ibelli (26º) acumulou 14.93 pontos e levou a melhor sobre o australiano Ryan Callinan e o americano Cole Houshmand. Enquanto Samuel Pupo (25º) terminou no topo da bateria 11 com 14.56 superando o japonês Connor O'Leary e o indonésio Rio Waida.
Mas outros brazucas não tiveram a mesma sorte e vão disputar a repescagem. Além de Deivid Silva, Yago Dora (17º) e Miguel Pupo (28º) precisarão voltar no mar para tentar seguir na etapa. Enquanto no feminino, Luana Silva (10ª) foi eliminada na repescagem. Ela somou apenas 11.83 e acabou superada pela australiana India Robinson e pela costa-riquenha Brisa Hennessy.
A Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) divulgou os critérios para a possível terceira vaga do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Após Filipe Toledo e João Chianca carimbarem o passaporte através do ranking da WSL, o país pode ter mais um representante masculino no evento caso vença o ISA Games no próximo ano, em Porto Rico. De acordo com o vice-presidente da entidade, Paulo Moura, Gabriel Medina seria o classificado.
"Filipe e o João ( brasileiros mais bem ranqueados na WSL) têm que participar do ISA Games. A terceira vaga dos jogos irá para o terceiro lugar no WCT. No caso, hoje é o Gabriel (Medina). Essa vai ser a equipe ISA Games: João, Filipe e Gabriel Medina. Ganhando o ISA Games, a terceira vaga extra das Olimpíadas irá exatamente para o terceiro atleta da equipe. Se o Brasil conquistar (na categoria masculina), a vaga é do Gabriel Medina", explicou o dirigente.
Gabriel Medina terminou no sexto lugar do ranking masculino da WSL com 43.240 e além de não se classificar para Paris, também ficou fora do Finals, que vai definir o título mundial da temporada. Enquanto João Chianca, que ficou com a segunda vaga direta, foi o quarto colocado com 44.290. Filipe Toledo é o líder com 58.300. Entre as mulheres, Tatiana Weston-Webb é a única brasileira disputando a elite da modalidade e garantiu a vaga em abril. Ela é a oitava com 38.980.
O ISA Games 2024 está programado para acontecer entre os dias 22 de fevereiro e 2 de março. O torneio é disputado nas categorias masculina e feminina. Se os brasileiros vencerem, a vaga extra do Brasil será de Medina. Caso, as brasileiras sejam as campeãs, a classificação será para a mulher em melhor posição no ranking depois de Weston-Webb.
A Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês) cancelou as baterias desta sexta-feira (14) e sábado (15) da etapa de Jeffrey's Bay, na África do Sul, pelo Circuito Mundial. O motivo foram as ondas fracas na região e não há previsão para a próxima chamada.
O primeiro dia do evento aconteceu nesta quinta (13) e os brasileiros João Chianca, Yago Dora, Gabriel Medina e Filipe Toledo, atual líder do ranking, avançaram para as oitavas de final. Já Ítalo Ferreira e Caio Ibelli foram derrotados nas suas baterias e vão disputar a repescagem para tentar seguir na competição. Enquanto no feminino, Tatiana Weston-Webb ainda não havia entrado no mar para a estreia no torneio, que conquistou no ano passado. Empatada com a octacampeã mundial, Stephanie Gilmore, na sexta posição do ranking, a brazuca terá como adversárias de bateria a australiana Tyler Wright e a francesa Johanne Defay.
O surfista Gabriel Medina conquistou o título inédito da etapa de Margaret River, do Circuito Mundial de Surfe, na madrugada desta sexta-feira (28), na Austrália. O brasileiro venceu o norte-americano Griffin Colapinto na final por 17,50 a 12,27 e levantou seu primeiro troféu em 2023. Ele colocou um ponto final no jejum que durava desde o encerramento da temporada de 2021, no Finals, disputado em Trestles, nos Estados Unidos, quando sagrou-se tricampeão mundial.
"É bem especial vencer aqui. É uma etapa onde eu sempre tive problemas para vencer as baterias. Eu me senti bem por conseguir boas ondas e vencer. Eu estou me sentindo melhor, me sentindo como se estivesse no meu ritmo de novo. Griff e eu sempre tivemos boas batalhas. Eu amo competir contra os caras e é por isso que estamos aqui. É uma onda realmente muito difícil e estou feliz com a minha evolução", afirmou.
O título na Austrália foi o 17° da carreira de Medina. Em 2022, o paulista ficou de fora de boa parte da temporada para cuidar da saúde mental, além de tratar de uma lesão no joelho.
A próxima etapa do Circuito Mundial será o Surf Rach, piscina de ondas da lenda Kelly Slater. A disputa está programada para acontecer entre os dias 27 e 28 de maior, em Lemoore, na Califórnia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.