Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
gabriel hardt
A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) instaurou uma reclamação disciplinar para apurar a conduta da juíza federal, Gabriela Hardt, que atuou na 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitam os processos da lava-jato. Segundo o portal “Migalhas”, o pedido foi ajuizado pelo empresário Tony Garcia, no qual alega que Hardt foi omissa após ele apresentar a ela ilegalidades que teria sofrido na "República de Curitiba", por parte do então juiz Sérgio Moro e de procuradores do MPF.
Na reclamação, aponta parcialidade da magistrada na condução de ações e violação do princípio da impessoalidade. Segundo a publicação, o empresário diz que Gabriela Hardt tinha conhecimento de fatos potencialmente criminosos praticados pelo então juiz Sérgio Moro e por procuradores da República, mas não agiu.
O advogado destaca haver violação do princípio da impessoalidade, pois a magistrada teria conduzido, ora com velocidade fora do comum, ora com demora injustificada, processos que o envolviam.
Na decisão, o corregedor Nacional, ministro Luis Felipe Salomão, diz que a apuração se justifica "tendo em vista a linha tênue que separa os atos simplesmente jurisdicionais dos que detêm relevância correcional, bem como a cautela peculiar afeta à atuação da Corregedoria Nacional de Justiça".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.