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gabriel hardt
A Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) instaurou uma reclamação disciplinar para apurar a conduta da juíza federal, Gabriela Hardt, que atuou na 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitam os processos da lava-jato. Segundo o portal “Migalhas”, o pedido foi ajuizado pelo empresário Tony Garcia, no qual alega que Hardt foi omissa após ele apresentar a ela ilegalidades que teria sofrido na "República de Curitiba", por parte do então juiz Sérgio Moro e de procuradores do MPF.
Na reclamação, aponta parcialidade da magistrada na condução de ações e violação do princípio da impessoalidade. Segundo a publicação, o empresário diz que Gabriela Hardt tinha conhecimento de fatos potencialmente criminosos praticados pelo então juiz Sérgio Moro e por procuradores da República, mas não agiu.
O advogado destaca haver violação do princípio da impessoalidade, pois a magistrada teria conduzido, ora com velocidade fora do comum, ora com demora injustificada, processos que o envolviam.
Na decisão, o corregedor Nacional, ministro Luis Felipe Salomão, diz que a apuração se justifica "tendo em vista a linha tênue que separa os atos simplesmente jurisdicionais dos que detêm relevância correcional, bem como a cautela peculiar afeta à atuação da Corregedoria Nacional de Justiça".
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"São declarações completamente falsas e oportunistas, criadas para interferir nas eleições. Na eleição de 2018, também inventaram mentiras. Eu me elegi e minha inocência ficou provada. Agora, vai acontecer o mesmo. Dessa vez inventaram sociedades e contratos falsos. São mentiras deslavadas. Eu nunca tive relação com o senhor Daniel Vorcaro".
Disse o senador e candidato à reeleição, Jaques Wagner (PT) ao responder as acusações de que teria recebido pagamentos mensais do Banco Master por supostas vantagens indevidas relacionadas à operação do cartão de crédito consignado Credcesta, na Bahia.