Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
futebol feminino brasileiro
A ex-capitã da Seleção Brasileira Feminina de Futebol, Aline Pellegrino, foi nomeada nesta segunda-feira (20) como diretora executiva de Legado e Relações Institucionais da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027. O torneio será realizado no Brasil, e a chegada da ex-jogadora completa a equipe de liderança executiva do evento.
Vice-campeã mundial em 2007 e medalhista olímpica nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, Aline tem trajetória consolidada dentro e fora de campo. Atualmente, ela exerce a função de gerente de Competições Femininas da Confederação Brasileira de Futebol, cargo que continuará ocupando paralelamente à nova função na FIFA.
Antes disso, a dirigente também atuou como diretora de Futebol Feminino da Federação Paulista de Futebol e como supervisora técnica no Corinthians Audax. Além das funções administrativas, integra o programa FIFA Legends e atua como embaixadora da Conmebol.
Ao comentar a nomeação, Aline destacou o impacto que a competição pode gerar para o futebol feminino: "Contribuir para o impacto que este evento pode ter sobre as mulheres no Brasil, na América do Sul e em todo o mundo me dá ainda mais certeza de que a decisão que tomei na minha infância foi a certa", comentou.
A dirigente também ressaltou a expectativa de que o torneio deixe um legado duradouro.
"Desejo que 2027 seja mais do que apenas um grande evento esportivo. Acredito que será também um marco decisivo na demonstração de apreço e respeito pelas mulheres no futebol", projetou.
A equipe executiva do escritório da FIFA no Rio de Janeiro também conta com Gal Barradas (Receitas e Marketing), Thiago Jannuzzi (Operações) e Patricia Hespanha (Administração). Atualmente, a estrutura organizacional do evento reúne 128 profissionais, sendo 70% mulheres.
Diretora de Futebol da FIFA, Jill Ellis destacou o impacto da liderança feminina na organização do torneio: "Este torneio criará modelos de referência não apenas em campo, mas em nossas salas de reunião também.”
O presidente da CBF, Samir Xaud, também celebrou a nomeação e afirmou que a escolha representa reconhecimento internacional à trajetória da dirigente e ao crescimento do futebol feminino brasileiro.
A CBF emitiu um ofício, na noite desta sexta-feira (12), informando que todas as partidas do Brasileirão da Série A1 de 2024 serão transmitidas tanto em TV aberta, quanto no YouTube.
A entidade já conta com a parceria com o Grupo Globo de Televisão para transmissão de determinados jogos da Serie A1 a do Brasileirão Feminino 2024, entretanto não são todas as partidas que serão transmitidas pela Globo. A novidade é a chegada da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que transmitirá as partidas na TV aberta, enquanto o Canal GOAT no YouTube se encaminhará da transmissão no streaming de internet.
“A CBF tem o imenso prazer de comunicar que celebrou novos acordos de direitos de transmissão com a Empresa Brasileira de Comunicação ("EBC"), para exibição de partidas em TV aberta, e com o Canal GOAT, para exibição em streaming no YouTube. Tais empresas possuem notória experiência na transmissão de eventos esportivos de grande porte, em âmbito nacional e internacional, e com estes novos acordos a CBF conseguiu garantir a transmissão de todas as partidas disputadas no Brasileirão Feminino A1 durante a temporada de 2024”, disse a entidade no ofício.
Diante do acordo de transmissão para todas as partidas, a CBF revogou a autorização que deu aos times em janeiro de transmitir os jogos de suas equipes quando a Globo não fosse realizar a transmissão das partidas.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.