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Um cenário caótico acabou tomando conta do duelo entre Real Oruro e Blooming, válido pela Copa Pacena, na última quinta-feira (27). Depois do empate em 2 a 2, que assegurou o Blooming nas semifinais, o gramado foi tomado por empurrões, correria e pancadaria generalizada entre jogadores e integrantes das comissões técnicas. O Oruro acusa os adversários de iniciarem a confusão após proferirem insultos racistas. Assista:
Batalha campal na Bolívia terminou com 17 expulsos entre Real Oruro e Blooming.
— Leonardo Bertozzi (@lbertozzi) November 27, 2025
Real Oruro acusa os adversários de provocar a briga usando ofensas racistas.pic.twitter.com/fxroNCpFK7
O tumulto escalou rapidamente, obrigando a polícia a entrar em campo para tentar conter os envolvidos. O controle só veio com o uso de gás, diante da dimensão da briga. No balanço final, o árbitro registrou raras 17 expulsões.
A imprensa local relatou consequências graves do confronto. O técnico do Real Oruro, Juan Robledo, sofreu uma lesão no ombro e também um traumatismo na região da cabeça, sendo levado para atendimento e permanecendo internado em uma clínica da cidade. No Blooming, um integrante da comissão técnica teve uma fratura no rosto após ser atingido durante o conflito.
Apesar das cenas lamentáveis, ainda não há definição sobre punições coletivas ou individuais por parte das autoridades esportivas. A federação boliviana deve se manifestar nos próximos dias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.