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A tradicional cerimônia da Bola de Ouro terá um cenário inédito em 2026. Pela primeira vez desde 2019 fora de Paris, a principal premiação individual do futebol mundial será realizada em Londres, em uma edição especial que marcará os 70 anos da criação do troféu entregue pela revista francesa France Football.
A mudança de sede acontece como forma de homenagem a Stanley Matthews, lenda do futebol inglês e primeiro vencedor da Bola de Ouro, em 1956. Ídolo de Stoke City e Blackpool, o ex-atacante recebeu o prêmio aos 41 anos, em uma cerimônia simples realizada na prefeitura de Blackpool, diretamente das mãos do jornalista Gabriel Hanot, criador da premiação.
Conhecido como “O Mago do Drible”, Matthews também entrou para a história como o primeiro jogador de futebol a receber o título de cavaleiro da Rainha Elizabeth II. O ex-jogador faleceu em 2000, aos 85 anos.
A Bola de Ouro vinha sendo realizada no Théâtre du Châtelet, em Paris, desde 2019. Antes disso, a cerimônia passou por locais históricos da capital francesa, como o Grand Palais e até a Torre Eiffel.
Na última edição da premiação, o francês Ousmane Dembélé conquistou o prêmio de melhor jogador do mundo. Entre os brasileiros, Raphinha terminou na quinta colocação, enquanto Vinícius Júnior apareceu em 16º lugar.
No futebol feminino, a espanhola Aitana Bonmatí venceu pela terceira vez consecutiva, enquanto os jovens Lamine Yamal e Vicky López levaram os Troféus Kopa, destinados aos melhores jogadores sub-21.
A Argentina segue como o país com mais Bolas de Ouro na história, somando oito títulos — todos conquistados por Lionel Messi. O Brasil aparece com cinco conquistas: Ronaldo (1997 e 2002), Rivaldo (1999), Ronaldinho Gaúcho (2005) e Kaká (2007).
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