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furto de cabo
A Diretoria de Serviços de Iluminação Pública (DSIP) informou que o número de furtos de fiações da rede de iluminação pública cresceu 24,4% em 2023, chegando a 265 casos ante as 213 ocorrências registradas nos três primeiros meses do ano passado. A prefeitura de Salvador afirma que os furtos trouxeram um prejuízo de R$ 1,5 milhão para os cofres públicos.
As ações criminosas prejudicam a iluminação das vias da capital, impactando diretamente na segurança da população que precisa transitar por áreas escuras e com fiações expostas. Conforme dados da DSIP, as principais regiões em que ocorrem furtos de fiações são nas avenidas Paralela, ACM (especialmente na região do Itaigara) e Octávio Mangabeira, além da Via Expressa (Heitor Dias), Vale do Canela (Reitor Miguel Calmon), complexo viário 2 de julho - São Cristóvão e também nas passarelas e fontes luminosas da Praça da Sé e Piedade.
“Os furtos destes equipamentos paralisam serviços essenciais, como o fornecimento de energia, causando transtornos à população e gerando prejuízos irreparáveis para os cofres públicos. As ações são criminosas e desrespeitosas. Diariamente, recebemos denúncias de vias escuras. Ao encaminhar a equipe para o local, a situação é sempre a mesma: furto e/ ou vandalismo. Realizamos os reparos, e poucos dias depois a ocorrência se repete. Infelizmente, é um ciclo ditado por bandidos”, afirmou o diretor de iluminação pública da cidade, Ângelo Magalhães.
A Dsip tem investido em estudos de projetos para promover maior nível de segurança à população. Uma das medidas é aplicação de infraestrutura projetada, com maior profundidade e eletrodutos concretados, além de instalar o cabeamento de forma aérea, dificultando o acesso aos cabos e reduzindo o risco de choque elétrico.
Também têm sido efetuadas ações preventivas nas principais avenidas da cidade, onde estão presentes os circuitos exclusivos de iluminação. A intenção é identificar e eliminar os riscos causados por fiações expostas, após as tentativas de furto. Existem também as rondas diárias noturnas para acompanhar a manutenção da iluminação da cidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.