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fundo de investimento publico
Cristiano Ronaldo está comemorando seu aniversário de 41 anos nesta quinta-feira (5), mas dentro dos gramados as coisas não estão indo tão bem. O craque português segue tendo questões internas por conta do Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita e continua de fora dos planos do Al-Nassr na temporada.
Al-Nassr e Al-Ittihad se enfrentam pela 21ª rodada do Campeonato Saudita nesta sexta-feira (6), mas a tendência é que Cristiano seja uma ausência confirmada na escalação dos Cavaleiros de Najd mais uma vez. Na última segunda-feira (2), na vitória da equipe contra o Al-Riyadh por 1 a 0, o atacante não esteve presente.
No caso dos dois jogos, Cristiano Ronaldo não ficou de fora por conta de lesão ou mal-estar, e de acordo com o jornalista italiano Fabrizio Romano, o jogador está saudável e não tem problemas com o Al-Nassr, restando apenas o problema com o PIF.
CR7 segue treinando, mas a sua insatisfação se dá pelo fato de algumas contratações do Al-Nassr não terem sido aprovadas, enquanto as transações do Al-Hilal, que também pertence ao Fundo de Investimento Público, têm sido concluídas.
Toda essa situação demonstra a frustração do craque português com o projeto saudita, sobretudo do Al-Nassr, acarretando na crescente possibilidade da saída do jogador do futebol asiático. Com uma cláusula contratual que prevê rescisão no valor de 50 milhões de euros, o adeus de Cristiano ao clube parece cada vez mais perto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.