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fundo de investimento publico
Cristiano Ronaldo está comemorando seu aniversário de 41 anos nesta quinta-feira (5), mas dentro dos gramados as coisas não estão indo tão bem. O craque português segue tendo questões internas por conta do Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita e continua de fora dos planos do Al-Nassr na temporada.
Al-Nassr e Al-Ittihad se enfrentam pela 21ª rodada do Campeonato Saudita nesta sexta-feira (6), mas a tendência é que Cristiano seja uma ausência confirmada na escalação dos Cavaleiros de Najd mais uma vez. Na última segunda-feira (2), na vitória da equipe contra o Al-Riyadh por 1 a 0, o atacante não esteve presente.
No caso dos dois jogos, Cristiano Ronaldo não ficou de fora por conta de lesão ou mal-estar, e de acordo com o jornalista italiano Fabrizio Romano, o jogador está saudável e não tem problemas com o Al-Nassr, restando apenas o problema com o PIF.
CR7 segue treinando, mas a sua insatisfação se dá pelo fato de algumas contratações do Al-Nassr não terem sido aprovadas, enquanto as transações do Al-Hilal, que também pertence ao Fundo de Investimento Público, têm sido concluídas.
Toda essa situação demonstra a frustração do craque português com o projeto saudita, sobretudo do Al-Nassr, acarretando na crescente possibilidade da saída do jogador do futebol asiático. Com uma cláusula contratual que prevê rescisão no valor de 50 milhões de euros, o adeus de Cristiano ao clube parece cada vez mais perto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.