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O Caen foi rebaixado na última sexta-feira (18) para a terceira divisão do Campeonato Francês após perder em casa para o FC Martigues por 3 a 0. A equipe não disputava a Terceirona desde 1983 e confirmou a queda com três rodadas de antecedência.
Com 20 derrotas em 31 jogos, o clube tem a pior defesa da Ligue 2, com 51 gols sofridos, e é também o que menos venceu na temporada, com apenas cinco vitórias. O resultado diante de mais de 18 mil torcedores no Stade Michel d'Ornano marcou mais um capítulo da campanha negativa, com o Martigues abrindo 2 a 0 ainda nos primeiros 20 minutos e ampliando no início do segundo tempo. Parte da torcida do Caen protestou com uma faixa: "Administração e jogadores: todos culpados, todos fora".
A queda acontece menos de um ano após a aquisição do clube pela Coalition Capital, fundo de investimento vinculado à família do atacante Kylian Mbappé. A empresa, comandada por Fayza Lamari, mãe do jogador, tornou-se acionista majoritária do Caen em julho de 2023, com aporte estimado em 15 milhões de euros (cerca de R$ 91 milhões, à época), segundo o jornal francês L’Équipe.
A expectativa no início da temporada era de que o clube disputasse o acesso à elite do futebol francês. A imprensa europeia classificou o rebaixamento como um fracasso do projeto.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.