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fundadora
Morreu nesta terça-feira (9), quatro dias após seu aniversário de 84 anos, a ex-deputada estadual Beatriz Pardi, uma das fundadoras do Partido dos Trabalhadores (PT). A informação foi confirmada pela legenda, mas a causa da morte não foi divulgada.
Bia Pardi nasceu em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, em 6 de junho de 1942. Professora de formação, teve atuação destacada na defesa da educação pública e foi dirigente do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).
Em 1991, assumiu o mandato de deputada estadual na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). Reeleita em 1994, permaneceu no cargo até 1999. Durante a passagem pelo Legislativo paulista, integrou a Comissão de Educação e apresentou propostas voltadas para a área educacional, entre elas um projeto que previa a obrigatoriedade do ensino de educação artística nas escolas públicas estaduais.
Bia Pardi também ocupou o cargo de subprefeita de Pinheiros durante a gestão da ex-prefeita Marta Suplicy, entre 2001 e 2004. Posteriormente, atuou como assessora de Educação da bancada do PT na Alesp, função que exerceu entre 2006 e 2017.
Em nota de pesar, o Partido dos Trabalhadores destacou a trajetória da ex-parlamentar e sua contribuição para a educação e para a construção da legenda. A legenda também manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de militância. A Assembleia Legislativa de São Paulo divulgou mensagem lamentando a morte da ex-deputada e prestando condolências aos familiares, amigos e admiradores de Beatriz Pardi.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Agora, imagina se fosse alguém da direita. Uma cantora fazendo lá o 22 no palco. Seriam pelo menos 24 horas para se explicar, depois multa, prisão, condenação e Deus sabe o que mais de perseguição".
Disse o senador e candidato à reeleição por Minas Gerais, Carlos Viana (PSD) ao afirmar que vai denunciar a cantora baiana Ivete Sangalo por suposta promoção de “showmício” ao declarar apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por meio de um gesto com as mãos. O parlamentar confirmou a denúncia em vídeo publicado nas redes sociais nesta terça-feira (29).