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fred nantes
A Conmebol anunciou nesta sexta-feira (31) a demissão do brasileiro Fred Nantes, que ocupava o cargo de diretor de competições e operações desde 2021. Ele trabalhava na entidade desde 2018, quando assumiu a diretoria de competições de clubes, e era um dos rostos mais conhecidos dos sorteios oficiais das competições sul-americanas.
Nascido no Rio Grande do Sul, Nantes tem ampla experiência na organização de grandes eventos esportivos. Antes de chegar à Conmebol, foi responsável pela área de competições da Copa do Mundo de 2014, com atribuições que incluíam o calendário de jogos, a preparação dos gramados e centros de treinamento, além do atendimento às 32 seleções participantes.
Formado em Educação Física e árbitro nível 3 da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), Nantes também atuou como gerente de arbitragem nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, e participou do comitê de candidatura da cidade para os Jogos Olímpicos de 2016, na função de gerente de planejamento de competições.
Nos últimos meses, o dirigente vinha enfrentando críticas internas sobre sua gestão e relacionamento com funcionários da entidade.
Em mensagem enviada aos colegas, Nantes afirmou que sua saída ocorreu de forma consensual.
“Às vezes as coisas que parecem mais lógicas não são as melhores decisões para organização, equipe e colaboradores individualmente falando. Não é uma decisão fácil. Nesse caso, pensamos que foi um ciclo de oito anos bastante exitoso, mas que é o momento de finalizar essa etapa para o bem de todos (Conmebol, vocês e para mim). Quero agradecer a cada um dos senhores pelo trabalho e por ter sido minha família no Paraguai”, escreveu.
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Pérolas do Dia
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"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.