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fraude fundiaria
Um advogado foi preso, nesta terça-feira (4), suspeito de integrar um grupo criminoso especializado em estelionato, falsificação e outros crimes. O homem foi localizado no âmbito da operação “Terno Manchado”, na cidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.
O suspeito foi identificado como João Geraldo Nascimento. Segundo informações da Polícia Civil ao G1, o grupo criminoso surgiu em outro estado, mas o advogado preso passou a atuar na Bahia praticando crimes patrimoniais. Na operação desta terça, os agentes tinham o objetivo de cumprir quatro mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça do Estado do Paraná.
A apuração policial aponta que o grupo criminoso atua de forma estruturada na prática do crime de estelionato, envolvendo imóveis e a produção de documentos falsificados para conferir aparência de legalidade às negociações fraudulentas.
A Coordenação de Conflitos Fundiários (CCF/GEMACAU) identificou que em uma das ações recentes do grupo, o suspeito tentou realizar a comercialização fraudulenta de um lote que pertence ao Projeto de Assentamento Açu da Capivara, área administrada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) em Camaçari.
Ao g1, a Polícia Civil informou ainda que a ação desta terça-feira é parte da primeira fase da investigação, que deve continuar para o cumprimento dos mandados judiciais e reunir elementos para responsabilizar outros indivíduos.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.