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francisco adauto
BN Eleições: Passando pela pandemia da Covid-19, Bahia sofre com três mortes de prefeitos desde 2020
Alguns prefeitos eleitos em 2020 não irão completar seus mandatos. Em todo o Brasil, ao menos 82 prefeitos morreram antes do fim do mandato, sendo três deles no estado da Bahia. Passando pela pandemia da Covid-19, boa parte das mortes pelo país tiveram relação com a infecção.
Apesar do levantamento indicar que a maior parte dos óbitos tem relação com motivos de saúde, sendo a principal delas complicações relacionadas à Covid-19, na Bahia, dois dos três casos não tiveram relação com a infecção. Ainda assim, em todo o país, foram registrados óbitos por assassinato e acidentes de trânsito.
O primeiro a falecer foi o prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão (MDB), no início de 2021. Aos 72 anos, Herzem chegou a ficar internado na UTI do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, porém não resistiu a complicações da Covid-19. A vice-prefeita de Conquista, Sheila Lemos (União) acabou assumindo o posto, inclusive, buscando a reeleição no pleito deste ano.
Já o prefeito de Ibiassucê Francisco Adauto (União) acabou falecendo aos 75 anos, porém sem ligações com a Covid-19. Adauto acabou morrendo quando fazia uma caminhada e desmaiou. Ele chegou a ser encaminhado ao Hospital Municipal São Sebastião, mas não resistiu. O óbito ocorreu em em outubro de 2022, quando o vice, Nando Cardoso (MDB), acabou assumindo a gestão.
Já o prefeito de Angical, Emerson Mariani (PP), o "Mezo", faleceu aos 50 anos, no final de 2023. O gestor municipal não resistir às complicações de uma cirurgia para tratamento de um câncer e veio a óbito. O vice Antônio Neto (Podemos) assumiu o posto e deve disputar a reeleição.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.