Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
fortaleza x rosario central
O clube argentino Rososario Central, que encara o Fortaleza nesta quarta-feira (21), em partida válida pela volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana de 2024 fez uma comunicação direta com a torcida para a partida acontecerá no Castelão. Para o jogo, o clube lançou uma cartilha com diversas recomendações aos seus torcedores, inclusive para que evitem o consumo de drogas e a prática do racismo, já que ambos são crimes no Brasil.
O responsável por criar a cartilha foi o Consulado da Argentina em Recife e o conteúdo foi enviado ao clube que publicou nas redes sociais. Entre as recomendações também é falado sobre deixar os documentos em um local seguro e levar somente cópias durante a circulação na cidade.
Confira as recomendações feitas pelo clube em relação a atividades consideradas criminosas no Brasil:
Evite músicas, gestos ou insinuações com conteúdo racial ou discriminatório. No Brasil são considerados crimes graves, puníveis por lei, NÃO libertáveis, podendo levar à detenção com penas de até 5 anos de prisão.
Evite qualquer outro tipo de provocação aos cidadãos brasileiros. A posse, consumo e oferta de drogas (mesmo gratuitas) são severamente punidos no Brasil e podem resultar em penas de até 15 anos de prisão e/ou pagamento de multa.
No Brasil a Polícia é militar e não tolerará agressão, desobediência ou tentativas de suborno.
A bola rola às 19h, na Arena Castelão. O jogo de ida terminou em 1 a 1 e caso permaneça empatado, a decisão da vaga nas quartas será por meio de cobranças alternadas de pênaltis.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.