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Uma força-tarefa composta por técnicos da Autoridade Portuária Federal (Codeba) e da Marinha do Brasil mobilizou-se desde o último sábado (28) para coordenar a operação de transporte de embarcações que marcará o retorno da atividade comercial na Hidrovia do Rio São Francisco. O plano prevê o deslocamento de um comboio de Minas Gerais até Juazeiro, no norte da Bahia
A operação fundamenta-se em estudos técnicos e monitoramento das condições naturais do rio. Segundo os órgãos envolvidos, o período é favorável devido ao nível de cheia do Rio São Francisco, com as barragens de Sobradinho e Três Marias operando próximas à capacidade máxima.
A partir da autorização do Ministério dos Portos e Aeroportos, a Codeba elaborou o projeto da nova Hidrovia do São Francisco e regularizou a documentação das embarcações junto ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
O comboio que realizará o trajeto é composto por:
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Uma barca;
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Uma Chata CS;
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Uma draga Matrichã;
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Barco-hotel Cidade Pirapora (com capacidade para 80 passageiros).
As embarcações serão levadas para Juazeiro, onde passarão por processos de manutenção programada. De acordo com a chefia de gabinete da Codeba, a expectativa é que a autorização final da Marinha seja emitida ainda nesta semana para o início do deslocamento.
"A gente vive um momento interessante de cheia do rio, as barragens de Sobradinho e Três Marias estão quase que na capacidade máxima. Este é um momento propício para fazer esse deslocamento", comemora Carlos Luciano, chefe de gabinente da Codeba.
A Hidrovia possui 1.371 quilômetros de extensão. Para garantir a viabilidade da navegação comercial de longo prazo entre Minas Gerais, Bahia e Pernambuco (Petrolina), o projeto prevê serviços de dragagem em áreas assoreadas.
A retomada da via é considerada estratégica para o escoamento da produção regional e para o desenvolvimento da infraestrutura de transporte nacional, exigindo precisão técnica da tripulação no manejo das embarcações através dos trechos críticos do leito do rio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.