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A aeronave da Força Aérea dos Estados Unidos, que pousou no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na tarde de terça-feira (19), de onde seguiu para São Paulo, transportava diplomatas americanos. A informação da comitiva foi confirmada pela Polícia Federal.
As informações preliminares, divulgadas pelo g1, apontaram que a aeronave obteve uma autorização do Ministério da Defesa, mas o voo não foi regstrado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
A Anac reforçou, no entanto, que haveria "a possibilidade desse registro ter sido feito junto ao Comanda da Aeronáutica, caso em que a informação não é de competência da Agência", disse. A PF foi a organização responsável pelo controle migratório na ocasião.
O avião é um Boeing C-32B de matrícula 00-9001, modelo militar, que veio de San Juan, em Porto Rico, e segue em Guarulhos, até o momento.
O ex-oficial de inteligência da Força Aérea dos Estados Unidos, David Grusch, declarou na quarta-feira (26), durante a audiência no Congresso, que o governo norte-americano possui objetos voadores não-identificados (OVNIs), além de restos mortais de supostos pilotos “não humanos” das aeronaves. No entanto, apesar da afirmação, ele disse que não viu nada, mas sim ouviu relatos de outras pessoas.
“Isso é algo que eu mesmo não testemunhei”, disse no Congresso americano, na qual três militares aposentados testemunham sobre o avistamento de OVNIs durante suas carreiras.
A audiência foi convocada por um subcomitê de supervisão, pois parlamentares estão pressionando que o governo seja mais aberto e transparente sobre os fenômenos envolvendo OVNIs.
Grusch também alegou que o governo encobre uma pesquisa sobre os avistamentos não identificados e disse que relatou essas informações ao inspetor-geral da comunidade de inteligência.
David Grusch ainda revelou que poderia fornecer uma lista de “testemunhas cooperativas e hostis” que dariam ao Congresso mais informações sobre os programas relacionados a OVNIs.
Além de David Grusch, Ryan Graves, ex-piloto da Marinha. que agora dirige o Americans for Safe Aerospace, um grupo para incentivar os pilotos a relatar incidentes com OVNIs, e David Fravor, comandante aposentado da Marinha dos EUA, também testemunharam as afirmações.
“Se os OVNIs são drones estrangeiros, é um problema de segurança nacional urgente. Se for outra coisa, é uma questão para a ciência. Em ambos os casos, objetos não identificados são uma preocupação para a segurança de voo”, disse Graves.
Fravor também detalhou que a tecnologia vista no episódio que testemunhou em 2004 “era muito superior a qualquer coisa que nós tínhamos”.
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Pérolas do Dia
Fernanda Melchionna
"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos".
Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”.