Artigos
Pelo fim da escala 6x1 para que tempo seja direito, não privilégio
Multimídia
João Roma diz que todos, exceto Lula, devem apoiar ACM Neto no governo da Bahia
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
forbes 50 over 50
A engenheira e estilista Mônica Sampaio foi incluída na edição de 2025 da "Forbes 50 Over 50", lista que reconhece brasileiros e brasileiras com 50 anos ou mais que mantêm atuação relevante em suas áreas. Natural de São Félix, no Recôncavo Baiano, Mônica figura entre os 50 nomes selecionados pela publicação em dez categorias distintas.
Formada em engenharia elétrica, ela integrou a equipe técnica da Varig e chegou a chefiar o departamento de engenharia do exército brasileiro, enfrentando desafios relacionados ao racismo e ao machismo ao longo da carreira. Aos 45 anos, iniciou uma transição profissional e fundou a marca de moda Santa Resistência, em 2017. No ano seguinte, foi selecionada pelo edital Sebrae Moda Afro, voltado ao afroempreendedorismo.
Em 2019, cofundou o Afrocriadores (atualmente FabrikAfro), primeiro coletivo de moda preta do Rio de Janeiro com loja física em Ipanema. A Santa Resistência estreou no São Paulo Fashion Week em 2021, onde, após três edições, passou a integrar o line-up oficial do evento.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.