Artigos
A Nova Bahia que floresce no tempo de Jerônimo Rodrigues
Multimídia
André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
foragido por trafico
Um foragido da Justiça baiana morreu em uma ação policial em Mirangaba, no Piemonte da Diamantina, na manhã desta quarta-feira (8). Apelidado de "Gela", "Parrudo" e "Meu Pai", Jeferson de Jesus Amorim ocupava a carta 9 de Ouros do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública do Estado (SSP-BA).
A ferramenta reúne os "criminosos mais procurados da Bahia", diz a SSP-BA. Segundo a pasta, o fato ocorreu durante a Operação Força Total. Uma denúncia acionou equipes da Cipe Caatinga, da Rondesp Chapada e do Peto da 24ª CIPM (Jacobina). Ainda segundo a secretaria, os PMs patrulhavam na Avenida Valdeck Ornelas, no Centro de Mirangaba, quando avistaram Gela e outros acusados.

Foto: Divulgação / SSP-BA
Houve confronto e o 9 de Ouros do Baralho do Crime acabou ferido. Ele teria sido socorrido, mas não resistiu. Com o homem, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9mm, carregador, munições e 75 pinos de cocaína. O caso foi registrado na delegacia de Jacobina.
Um foragido da Justiça por tráfico de drogas foi flagrado trafegando em um trecho da BR-101 de Itamaraju, no Extremo Sul baiano. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o flagrante ocorreu na tarde desta quarta-feira (12) na altura do km 811 da rodovia.
Uma equipe fiscalizava o trecho quando deu ordem de parada a um veículo Ford/Fusion de cor preta. Na abordagem e em consultas ao sistema de segurança, os PRFs verificaram que o motorista tinha mandado de prisão pelos crimes de tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico.
Diante do caso, o homem foi detido e conduzido para uma delegacia da cidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Damares Alves
"Vai colocar muita gente na cadeia".
Disse a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) ao revelar que a CPMI do INSS possui documentos que envolvem “grandes igrejas” e “grandes pastores” nos desvios de dinheiro obtido por meio de descontos ilegais nos benefícios dos aposentados.