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Mensagens obtidas pelo site Metrópoles indicam que o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, pagou R$ 1 milhão para que uma reportagem da Folha de S.Paulo sobre ele fosse adiada e publicada de forma mais branda, em agosto de 2024. A Folha nega que a matéria tenha sido retida ou amenizada.
Segundo a reportagem, as negociações foram obtidas de conversas de WhatsApp entre Vorcaro e Guilherme Barros, apresentado como um dos principais gestores de crise do país. “A Folha vai segurar a matéria. O Sérgio me respondeu agora”, informou Barros a Vorcaro às 13h27 do dia 8 de agosto de 2024, em referência a Sérgio Dávila, diretor da redação da Folha de S.Paulo.
No dia anterior, em 7 de agosto, Vorcaro teria dado a Barros o seguinte comando: “Gasta todos seus cartuchos aí, se voce conseguir segurar e nao sair nada vc tem um prêmio de R$ 1mm. Sei que você é guerreiro de toda forma, mas faço isso pra você cobrar favores. Se eles soltam isso agora eles vao quebrar o banco” (sic).
De acordo com a reportagem, o episódio ocorreu em uma semana decisiva para o banco: no dia 8 de agosto, o Banco Central homologou o aumento de capital do Banco de Brasília (BRB), operação que, segundo o Metrópoles, permitiu ao BRB comprar depois mais de R$ 16 bilhões em carteiras de crédito do Banco Master, dando sobrevida à instituição de Vorcaro. O próprio banqueiro teria associado os dois fatos na mensagem a Barros, ao dizer que uma reportagem negativa naquele momento poderia “quebrar o banco”.
Procurada pelo Metrópoles, a Folha afirmou que “a reportagem não foi segurada porque não estava pronta” e que o pedido de Vorcaro foi apenas por um prazo para ser ouvido pela reportagem, o que foi concedido.
O jornal também disse que a matéria “não foi amenizada, saiu em sua versão original” e que alterações posteriores no texto serviram apenas para incluir a prisão do banqueiro, ocorrida em novembro de 2025. Segundo a Folha, o diretor Sérgio Dávila só soube do suposto pagamento de R$ 1 milhão depois de ler as mensagens divulgadas pelo Metrópoles.
O narrador Galvão Bueno está internado desde sábado (15) no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após ser diagnosticado com pneumonia. A informação foi confirmada por familiares ao colunista Gabriel Vaquer, da Folha de S.Paulo, nesta segunda-feira (17).
Apesar do susto, o estado de saúde do comunicador é considerado bom. Galvão tem respondido bem ao tratamento, segue lúcido e conversando normalmente com médicos e familiares. A tendência, segundo pessoas próximas, é que a alta seja concedida ainda nesta semana, caso a evolução continue positiva.
Aproveitando o período de internação, o narrador passou por exames de rotina, que não apontaram nenhuma alteração além da infecção pulmonar. O afastamento temporário, porém, obrigou Galvão a se retirar de seus compromissos profissionais.
No domingo, ele não pôde narrar Sport x Flamengo pelo Amazon Prime Video, sendo substituído por Rômulo Mendonça. Também ficará fora do comando do programa “Galvão e Amigos”, exibido às segundas-feiras pela Band, com retorno previsto para o dia 24.
Galvão já planeja 2026, ano em que tem contrato com o SBT para narrar os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, em parceria com a NSports — empresa da qual é sócio. O Mundial marcará a 14ª cobertura de Copa de sua carreira.
O Grupo Globo, o Estadão e a Folha de São Paulo anunciaram nesta quarta-feira (5) uma mudança na política de cobertura de massacres.
Anteriormente, essas empresas tinham como política publicar apenas uma vez o nome e a foto de autores de massacres.
Na nova política, não serão mais veiculadas as identidades de autores de ataques, vídeos e fotos das ações também foram proibidas. Ataques frustrados subsequentes também não serão veiculados.
Essas restrições foram implantadas para evitar dar fama aos assassinos e inspirar novos ataques, segundo estudos os autores buscam notoriedade por seus atos.
Na manhã desta quarta-feira (5) , quatro crianças foram mortas em um ataque a uma creche em Blumenau, Santa Catarina.

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As mulheres de Jorge Amado, como a Gabriela vivida por Sônia Braga, são fonte de inspiração para o cronista

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"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.

