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flores urbanas
Com espaço amplo e equipamentos para lazer, a Praça Lord Cochrane é um dos principais espaços públicos de Salvador. No local, em meio à paisagem verde também é possível encontrar obras artísticas que fazem parte do cenário, como é o caso das "Flores Urbanas", esculturas elaboradas pelo artista plástico Ray Vianna. Agora, as obras serão recuperadas pelo próprio artista após a prefeitura de Salvador fechar contrato para os serviços técnicos.
Na última semana, a Fundação Gregório de Mattos firmou o contrato com a empresa Vianna e Lourido para execução dos serviços de recuperação interventiva para as esculturas. As obras que fazem parte da intervenção são as quatro flores da espécie tulipa, três flores da espécie altiva e oito flores da espécie valentina, na Praça Lord Cochrane, no bairro do Garcia.
As obras são feitas em fibra de vidro e haste de ferro e possuem tamanhos variados, alcançando no máximo seis metros de altura. As altivas estarão direcionadas sentido Avenida Miguel Calmon. Já as valentinas estão previstas para serem instaladas na direção da Avenida Anita Garibaldi.
À época em que foram instaladas na região, o artista afrmou que as peças são baseadas em dobraduras de papel. "Faço as lâminas em formas geométricas de triângulos e dobro para dar formato diferente de flor, não são peças moldadas", disse.
Além disso, outra escultura de autoria de Ray Vianna vai fazer parte do pacote de recuperação: três flores da espécie helicônias, localizadas no Largo da Mariquita, no bairro do Rio Vermelho. O valor total do contrato é de R$ 80 mil.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.